Enviar dinheiro ao exterior pode gerar dúvidas, principalmente com relação à taxa IOF. Entender como funciona essa cobrança é essencial para quem planeja morar fora do país e também para aqueles que estão planejando uma viagem internacional.

Taxa IOF no Brasil
Índice O que é a taxa IOF? Quando o IOF é cobrado? IOF e juros são a mesma coisa? Mudanças no IOF em 2025 Qual a taxa de IOF em compras internacionais? Qual é o IOF em investimentos e aplicações? Como calcular a taxa de IOF em compras internacionais? Outras taxas internacionais além do IOF A taxa de IOF vai acabar no Brasil? Como pagar menos taxa de IOF em transações internacionais? Perguntas frequentes sobre a taxa IOF

Por isso, neste artigo, vamos falar sobre as mudanças recentes do IOF, como elas impactam suas transações e também maneiras de economizar na hora de enviar dinheiro ou usar cartões no exterior. Vamos lá?

O que é a taxa IOF?

O Imposto sobre Operações Financeiras é um tributo federal cobrado sobre operações financeiras como câmbio, seguros, linhas de crédito e investimentos, e se aplica tanto a pessoas físicas quanto jurídicas.

E por que ele é importante? Além de ser uma fonte de arrecadação do governo, o IOF ajuda a monitorar a economia. Quanto mais operações financeiras acontecem, maior é a arrecadação, indicando crescimento na demanda por crédito no país.

Além disso, é preciso ficar atento, porque o Poder Executivo pode alterar suas alíquotas com certa facilidade, via decreto, sem necessidade de editar uma nova lei específica. Por isso, acompanhar essas mudanças é essencial para quem envia dinheiro para o exterior ou faz compras internacionais.

Quando o IOF é cobrado?

O IOF é cobrado quando há movimentações financeiras que envolvam câmbio, crédito, seguros ou aplicações, como por exemplo:

  • Remessas de dinheiro para contas no exterior;
  • Compra de moeda estrangeira em espécie;
  • Compras internacionais com cartão de crédito, débito ou pré-pago;
  • Investimentos: algumas aplicações no Brasil e no exterior podem ser taxadas;
  • Seguros e empréstimos: contratos de seguros ou linhas de crédito podem ter incidência de IOF.

Em resumo, sempre que você realiza qualquer operação financeira que se enquadre nessas categorias, é importante considerar o impacto do IOF, planejando suas transações para evitar surpresas na hora do pagamento.

IOF e juros são a mesma coisa?

Não. O IOF é um imposto do governo que incide sobre operações financeiras, como compras em moeda estrangeira ou transferências de dinheiro para o exterior. Já os juros são o custo do dinheiro emprestado: é o que você paga ao banco quando utiliza crédito ou parcela uma compra.

Vamos a um exemplo prático: se você fizer uma compra internacional com cartão de crédito, o IOF será cobrado sobre o valor da transação. Agora, se você optar por parcelar a fatura ou atrasar o pagamento, os juros entram como custo adicional.

Ou seja, IOF e juros podem ou não aparecer juntos, mas cada um cumpre um papel diferente. Saber disso ajuda você a planejar melhor seus gastos e evitar imprevistos na hora de usar seu cartão fora do país.

Mudanças no IOF em 2025

O ano de 2025 trouxe muitas mudanças na taxa de IOF. Acompanhar essa linha do tempo pode ajudar você a entender o que aconteceu ao longo do ano e como essas decisões impactam suas transações financeiras.

Maio de 2025: anúncio do governo

O governo federal anunciou o aumento da taxa IOF, como medida para cumprir as metas fiscais do ano. Assim, as alíquotas foram unificadas em 3,5% para diversas operações, entre elas: compra de moeda estrangeira em espécie, compras internacionais com cartões de crédito e transferência de dinheiro ao exterior sem finalidade de investimento.

Antes, essas alíquotas variavam entre 0,38% e 4,38%, com previsão de redução gradual até 2029. A nova medida interrompeu essa tendência, mantendo os percentuais atuais, o que impactou diretamente quem faz transações internacionais.

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Junho de 2025: Congresso rejeita a proposta

Em junho, o Congresso Nacional rejeitou o decreto do governo que aumentava o IOF. Com isso, as alíquotas voltaram aos níveis anteriores à medida, proporcionando um alívio temporário para quem realiza operações de câmbio, crédito e seguros.

Julho de 2025: decisão do STF

Após o Congresso derrubar o decreto, o governo recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF). O objetivo era restaurar o aumento do IOF, alegando que a revogação pelo Congresso violava o princípio da separação de poderes.

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Então, o STF decidiu restabelecer grande parte das mudanças propostas pelo governo, mantendo as alíquotas de 3,5% para compras internacionais, câmbio e remessas ao exterior.

Por isso, é muito importante acompanhar as decisões políticas que podem alterar a carga tributária sobre operações financeiras. Mudanças como essa impactam o custo de compras internacionais, investimentos e o planejamento financeiro de quem pretende viajar ou morar no exterior.

Novas alíquotas de IOF após decisão do STF

Na tabela abaixo, mostramos as principais mudanças nas alíquotas do IOF em 2025. Logo em seguida, explicaremos cada uma delas, mostrando como isso afeta quem faz compras, envia dinheiro ou investe no exterior.

OperaçãoIOF anteriorNovo IOF
Compra de moeda estrangeira em espécie1,1%3,5%
Uso de cartão de crédito no exterior3,38% (redução gradual até 2029)3,5%
Remessa para conta multimoedas no exterior1,1%3,5%
Remessa para investimentos no exterior0,38%1,1%

Na prática, esse aumento do IOF afeta bastante quem pretende enviar dinheiro para o exterior. Para ter uma ideia, se você fosse enviar R$ 10 mil para fora do país, antes pagaria somente R$ 110 de IOF. Com a nova alíquota, esse valor sobe para R$ 350, mostrando um impacto significativo no custo da operação.

Qual a taxa de IOF em compras internacionais?

Atualmente, as operações financeiras realizadas fora do país (com cartões de crédito, débito, pré-pagos, cheques e compras de moeda em espécie) estão sujeitas à taxa de 3,5% de IOF.

A nova alíquota, que unificou e elevou as taxas anteriores, impactou diretamente o bolso de quem consome em moeda estrangeira, aumentando o custo de viagens internacionais, remessas para o exterior e principalmente de quem pretende morar fora do país.

Pessoa calcula taxa de IOF para gastos de viagem internacional.
Planejar suas operações e escolher as melhores opções de câmbio ajuda você a economizar e fazer seu dinheiro render mais.

Mas calma: nem todas as modalidades de pagamento sofrem o mesmo efeito. A seguir, vamos detalhar como o IOF incide em cada tipo de operação e mostrar qual opção pode ser mais vantajosa para quem quer economizar no exterior.

Cartão de crédito internacional

Antes considerado o principal vilão das compras internacionais, o cartão de crédito passou a ser considerado uma alternativa para as viagens, já que o IOF de 3,5% é o mesmo cobrado nas outras principais formas de pagamento no exterior.

Porém, é preciso ter cautela: em geral, o spread cobrado pelos bancos é muito alto. Em termos simples, o spread é a diferença entre a cotação real do dólar e aquela usada pelos bancos para converter a sua compra. Essa margem serve para cobrir custos e garantir lucro à instituição financeira, e geralmente varia entre 4% e 7%.

Na prática, ao pagar com cartão de crédito, você arca com:

  • O valor original da compra;
  • A taxa de 3,5% de IOF;
  • O spread cobrado pelo banco.

Ou seja, se o seu banco aplica um spread de 7%, o custo final da compra será 10,5% maior. Prático e seguro, sem dúvida, mas ainda capaz de pesar muito no bolso.

Cartão de débito internacional

Ter um cartão de débito internacional é uma ótima alternativa para reduzir os custos para viajar ou para quem pretende morar no exterior. Na prática, ele funciona como um cartão de débito convencional, porém com a vantagem de poder fazer transações e saques em outras moedas.

A taxa IOF cobrada pelos cartões de débito internacionais também é de 3,5%, porém o spread bancário costuma ser muito menor que o dos bancos tradicionais. No caso da Wise, por exemplo, é cobrada uma taxa de aproximadamente 0,80% para converter de reais para euros.

Além da Wise, existem diversas empresas que oferecem cartões de débito internacional, cada uma com suas vantagens. Outras opções conhecidas incluem a Nomad e a Revolut, além de diversas fintechs que oferecem condições mais vantajosas do que os cartões de crédito tradicionais.

Cartão pré-pago internacional

O cartão pré-pago internacional funciona de forma similar ao cartão de débito e com ele você pode carregar previamente o valor desejado em moeda estrangeira, o que ajuda no planejamento e evita surpresas com oscilações no câmbio.

O IOF também é de 3,5%, assim como nas outras modalidades internacionais. Uma das principais vantagens do cartão pré-pago, assim como o cartão de débito internacional, é a possibilidade de acompanhar o mercado e realizar recargas ou remessas quando a cotação do dólar ou do euro estiver mais favorável.

Cheque de viagem

Os cheques de viagem, conhecidos como traveller’s checks, já foram populares, mas hoje caíram em desuso. Funcionavam como uma espécie de dinheiro pré-pago, emitido por instituições financeiras e que podiam ser trocados por moeda local em bancos ou casas de câmbio.

Considerando a dificuldade de uso e a baixa disponibilidade, hoje é muito mais vantajoso optar por cartões de débito ou crédito internacionais, cartões pré-pagos ou carteiras digitais, que oferecem maior praticidade, segurança e aceitação global.

Compra de dinheiro em espécie

A compra de moeda estrangeira em espécie também foi diretamente afetada pelas recentes alterações nas alíquotas do IOF. Antes, essa operação era tributada à taxa de 1,1%, mas agora passou a 3,5%, equiparando-se às demais modalidades de aquisição de moeda para viagens internacionais.

Além do aumento do imposto, essa opção apresenta uma desvantagem importante: o câmbio utilizado é o de turismo, normalmente mais caro que o comercial, aplicado nas demais operações financeiras e eletrônicas.

Por isso, a recomendação é comprar em espécie apenas a quantidade necessária para pequenas despesas, como transporte, gorjetas, etc. Ainda assim, é mais vantajoso ter uma conta multimoedas como a da Wise e efetuar saques no exterior quando necessário.

Envio de dinheiro para conta no exterior

Enviar dinheiro para uma conta no exterior tem se mostrado uma opção bastante vantajosa. Embora a alíquota do IOF permaneça em 3,5%, essas plataformas costumam trabalhar com o câmbio comercial e permitem o uso de cartões de débito internacionais e a realização de saques em moeda local.

Outro ponto positivo é que o usuário pode movimentar o saldo de forma totalmente digital, realizando pagamentos, reservas de viagem ou compras internacionais, sem depender de bancos tradicionais ou casas de câmbio.

Além disso, essas plataformas, como a Wise, a Nomad e a Revolut, destacam-se pela transparência nas tarifas e rapidez na entrega das transferências, o que torna a experiência mais simples, segura e eficiente.

Qual é o IOF em investimentos e aplicações?

Nos investimentos e aplicações, o IOF incide principalmente sobre os rendimentos e funciona de forma regressiva. Isso significa que, quanto antes o investidor resgatar o dinheiro, maior será o imposto sobre o lucro obtido.

Assim, a alíquota do IOF varia conforme o número de dias do investimento. No primeiro dia, por exemplo, o imposto é de 96% sobre o rendimento. Após 10 dias, cai para 66%, no 20º dia é 33%, e a partir do 30º dia o IOF deixa de existir. Atualmente, essa regra vale para produtos como CDBs, Tesouro Direto, fundos de curto prazo, entre outros.

É importante lembrar que o IOF não incide sobre o valor total investido, apenas sobre o lucro acumulado até a data do resgate. Por exemplo, se você aplicar R$ 10 mil em um CDB e, após 10 dias, tiver um rendimento de R$ 50, o imposto será calculado somente sobre esses R$ 50, e não sobre o capital inicial.

Remessas para investimentos no exterior

A boa notícia é que o IOF é reduzido quando há remessa para investimento no exterior: nesse caso, a taxa não é de 3,5% e sim de 1,1%. Nesse sentido, pode ser uma boa alternativa pensar em formas para aplicações que gerem rentabilidade internacional, aproveitando o câmbio.

Uma das opções recentes é o Rende+ Wise, que permite converter reais em moedas estrangeiras e aplicar esses valores em fundos de curto prazo com rendimento diário. Portanto, além do IOF reduzido na conversão, o investidor também obtém uma pequena rentabilidade na moeda escolhida.

Neste vídeo, Casal Sem Cep mostra como você pode economizar bastante em suas transações internacionais: eles explicam na prática como funciona o novo IOF, revelam boas alternativas como a Wise e compartilham dicas para evitar custos escondidos no câmbio.

Fundos brasileiros que investem no exterior

Para quem quer investir fora do país de forma mais simples, uma opção são os fundos brasileiros que investem no exterior. Eles funcionam da seguinte forma: você investe seu dinheiro em reais e o gestor do fundo escolhido direciona os recursos para ativos internacionais, como ações ou títulos estrangeiros.

Nessa modalidade, a taxa de IOF é de 1,1%. Mesmo assim, vale ficar de olho nas variações do câmbio, que podem mudar o rendimento em reais. Além disso, fique atento à forma como o fundo é administrado, já que os custos e as estratégias podem ser bem diferentes entre as diversas opções.

Previdência complementar (VGBL) e seguros de vida

Antes isentos, os planos de previdência do tipo VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e seguros de vida com cobertura de sobrevivência agora poderão ter nova cobrança de IOF, dependendo do valor investido.

Até 31 de dezembro de 2025, aportes acima de R$ 300 mil em todos os planos do segurado terão 5% de IOF sobre o valor que ultrapassar esse limite. A partir de 2026, o teto sobe para R$ 600 mil por ano e o imposto também incide apenas sobre o excedente.

Pessoa faz compras online com cartão de crédito.
Compras online em moeda estrangeira podem ter taxas extras. Fique atento!

Ou seja, para a maioria dos segurados que fazem aportes menores, não há mudanças, mantendo-se a alíquota zero do IOF sobre os prêmios pagos dentro dos limites previstos.

Como calcular a taxa de IOF em compras internacionais?

Como já dissemos, a alíquota atual do IOF está fixada em 3,5% para a maioria das operações de conversão do real para uma moeda estrangeira. Isso unifica a cobrança tanto para quem usa cartão no exterior quanto para quem envia dinheiro para contas internacionais.

Por exemplo, se você quiser fazer uma compra de 1.000€ no cartão de crédito, pagará 35€ de taxa de IOF, no momento da fatura. A taxa será a mesma se você efetuar uma remessa para uma conta multimoedas, como a Wise, no momento do envio do dinheiro.

No entanto, apesar de IOF ser o mesmo, a Wise oferece uma economia significativa em outros custos. Enquanto os bancos tradicionais aplicam taxas de câmbio menos favoráveis, plataformas como a Wise utilizam o câmbio comercial, cobrando apenas uma pequena tarifa de serviço, além do IOF.

Portanto, ao enviar seus R$ 10 mil, por exemplo, você pode pagar os mesmos R$ 350,00 de IOF, mas receberá uma quantidade consideravelmente maior de moeda estrangeira no destino. O segredo para economizar é olhar para o custo total, e não apenas para o IOF.

Outras taxas internacionais além do IOF

O IOF é apenas um dos muitos pontos que você deve considerar ao fazer compras no exterior. Assim, o que pode deixar sua transação mais cara não é apenas o imposto, mas sim três custos extras: spread, taxas de serviço e câmbio, que, somados, podem aumentar muito o valor final.

Para entender melhor para onde vai o seu dinheiro, veja na tabela abaixo a explicação de cada custo extra que incide nas suas operações de câmbio.

TaxaDescriçãoQuem aplica
Spread Margem de lucro adicionada pela instituição financeira sobre o câmbio comercial.Bancos e cartões de crédito tradicionais. Geralmente, adicionam um spread adicional de 3% a 7%.
Taxas de serviçoSubstitui o spread e as tarifas bancárias, sendo geralmente muito mais baixa (a partir de 0,33%), pois utilizam o câmbio comercial.Plataformas digitais de câmbio. Percentual baixo, variando tipicamente de 0,33% a 2%, dependendo do valor e da moeda.
Câmbio turismoCotação mais alta do que o câmbio comercial, desfavorável para o consumidor.Usado pela maioria dos bancos e operadoras de cartão e para compra de moeda em espécie.

A taxa de IOF vai acabar no Brasil?

Não. Em 2022, o governo federal estabeleceu um plano para reduzir gradualmente o IOF sobre operações de câmbio, com o objetivo de zerar o imposto até 2029. Porém, o cronograma foi suspenso.

A mudança ocorreu devido à necessidade de aumentar a arrecadação e melhorar o equilíbrio fiscal. Como resultado, as alíquotas do IOF para diversas transações foram elevadas e, por enquanto, permanecem sujeitas a futuras decisões e mudanças no cenário político.

Como pagar menos taxa de IOF em transações internacionais?

O IOF para compras e saques internacionais está fixado em 3,5% e vale para quase todos os cartões e operações de câmbio. Porém, mesmo com essa alíquota, dá para economizar bastante.

Uma boa dica é usar plataformas de contas internacionais como a Wise. Isso porque, além do IOF, existem outras taxas que entram na conta, como o spread (a diferença entre a cotação oficial e a que você realmente paga) e as taxas de serviço.

E é exatamente por isso que a Wise se destaca: suas taxas geralmente são bem menores do que as cobradas pelos bancos tradicionais. Ou seja, mesmo com o IOF igual, você acaba pagando menos no final.

Portanto, a lição é simples: não foque apenas no IOF. Fique de olho no custo total da conversão da moeda para realmente economizar nas suas compras e transferências.

Outras formas de economizar além do IOF

Além da escolha do cartão ou conta internacional, existem diversas estratégias que ajudam a reduzir os custos de transações no exterior, veja algumas.

  • Planejamento antecipado: definir com antecedência quando e quanto converter pode te proteger das variações desfavoráveis do câmbio;
  • Escolha do canal adequado: comparar bancos e fintechs permite identificar opções mais vantajosas;
  • Antecipação de remessas: realizar conversões menores e com antecedência ajuda a minimizar taxas extras e riscos cambiais;
  • Acompanhar o câmbio: verifique a taxa de câmbio diariamente e, quando estiver mais favorável, faça as remessas;
  • Avaliação do custo total: além do IOF, é importante considerar spread e eventuais tarifas de serviço, que podem representar boa parte do gasto final;
  • Acompanhamento de mudanças regulatórias: manter-se informado sobre alterações de alíquotas ou regras evita surpresas financeiras durante a viagem.

No fim das contas, economizar no exterior vai muito além do IOF: planejar com antecedência, escolher os canais certos e ficar atento às taxas e ao câmbio faz toda a diferença. Assim, você evita surpresas e mantém suas finanças sob controle durante a viagem.

Perguntas frequentes sobre a taxa IOF

A seguir, apresentamos algumas das perguntas que mais recebemos sobre a taxa IOF, acompanhadas de respostas para ajudar você a entender melhor o assunto.

Qual a taxa de IOF hoje?

A alíquota do IOF varia conforme a operação, mas é de 3,5% para a maioria das transações financeiras, como compras e remessas para contas próprias no exterior. No caso de investimentos, a taxa IOF passa a ser de 1,1%.

Qual a taxa de IOF no CDB?

A taxa de IOF sobre o CDB não incide sobre o valor total, mas sim sobre os rendimentos, e somente se você resgatar o dinheiro em um prazo inferior a 30 dias.

Assim, no primeiro dia, o imposto sobre o rendimento é de 96%, no 20º dia reduz para 33% e a partir do 30º dia o IOF deixa de ser cobrado.

Qual a taxa de IOF Nomad?

A Nomad cobra o IOF conforme a legislação federal vigente, ou seja, 3,5% aplicado sobre o valor de cada transação em câmbio. Isso inclui transferências internacionais e pagamentos em moeda estrangeira, cobrando o imposto sobre o valor total de cada operação.

Qual a taxa IOF Nubank?

No Nubank, para o cartão padrão (compras e saques internacionais), o IOF é de 3,5%. Porém, há opções que podem ser mais vantajosas, como o cartão Nubank Ultravioleta, que, segundo pesquisa de outubro de 2025, oferece conta com IOF zero e spread de 3,5%.

Qual é a taxa de IOF para cartão de crédito internacional?

A taxa de IOF para o cartão de crédito internacional é também de 3,5% sobre o valor da compra, mas é importante considerar outros custos, como o spread e outras taxas do banco.

Taxa IOF Wise vale a pena?

A taxa de IOF da Wise é de 3,5%, igual à cobrada por outras plataformas, pois segue a legislação brasileira. No entanto, a Wise se destaca por oferecer taxas de câmbio próximas à cotação de mercado, reduzindo o spread que muitos bancos aplicam, além de apresentar maior transparência nas tarifas cobradas.

Para quem realiza transferências internacionais com frequência, pode ser útil explorar a plataforma Wise e comparar os custos com outras opções disponíveis. Vamos dar uma olhada e conferir na prática?