Empregabilidade e salários para quem estudou no exterior: saiba como aumentam

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O mercado de trabalho está cada vez mais disputado. Profissionais buscam aprimorar seus conhecimentos e melhorar suas habilidades de diferentes formas; uma delas é estudando fora do país. E neste artigo, você vai entender como os quesitos empregabilidade e salários para quem estudou no exterior aumentam.

Empregabilidade e salários para quem estudou no exterior: mais chances de conseguir emprego

Com os currículos cada vez melhores e o mercado de trabalho geralmente com menos oportunidades do que o número de concorrentes para um cargo, empresas, na maioria das vezes, “olham com outros olhos” profissionais que estudaram fora do país.

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E, se você deseja dar um upgrade no seu currículo e melhorar suas chances de conseguir um bom emprego, seja no Brasil ou no exterior, veja por que estudar no exterior vai te ajudar.

Fluência em outro idioma

Quando o assunto é empregabilidade e salários para quem estudou no exterior, é inevitável dizer que eles aumentam consideravelmente. Um dos principais fatores é a proficiência em um segundo ou terceiro idioma, o que é um grande diferencial competitivo.

O profissional vai melhorar bastante sua compreensão ao se comunicar com alguém que conhece pouca da sua língua e entender melhor as limitações e os parâmetros das suas palavras, tendo consciência do que é útil falar e a forma correta para isso.

Experiência fora do país

As empresas buscam contratar colaboradores que tenham uma nova perspectiva sobre o que ela oferece, e vão querer te incentivar para que você melhore os sistemas já existentes dentro delas.

Então, a pessoa que estudou fora do país, que pôde experimentar outra cultura, ver o mundo de forma diferente e adquirir (ou melhorar) suas habilidades para o mundo corporativo, tem mais chances de contribuir para o crescimento da empresa.

Além disso, a experiência com o intercâmbio, faz com que o profissional possa treinar, entre outras competências:

  • Resiliência;
  • Capacidade de adaptação;
  • Capacidade de enfrentar desafios e de explorar novas oportunidades;
  • Capacidade de aprender, de aderir a novas perspectivas e de lidar com a pressão;
  • Proatividade e iniciativa;
  • Trabalho em equipe;
  • Sociabilidade e flexibilidade em diferentes ambientes;
  • Perfil de liderança;
  • Inteligência emocional;
  • Habilidade de comunicação (e consequente aumento do networking);
  • Consciência cultural (reunir-se e interagir com pessoas de todo o mundo);
  • Independência e autossuficiência;
  • Tolerância em relação às diferenças.

Confira neste artigo as vantagens de fazer uma formação no exterior.

Como demonstrar competências no recrutamento

Por causa da grande disponibilidade de profissionais disputando por um bom cargo em uma boa empresa, a área de Recursos Humanos (RH) estrutura o processo de seleção com diversas etapas. Elas podem ir desde a seleção de currículos, até entrevistas, testes de personalidade e testes situacionais, visando comprovar que o profissional possua, de fato, as experiências e as competências (conhecimento, habilidade e atitude) que diz ter no currículo.

A maioria dos empregadores busca em seus candidatos habilidades como: curiosidade, capacidade para resolver problemas, tolerância, autoconsciência, determinação e autoconfiança. Para melhorar muitas dessas habilidades, não existe uma fórmula. A empresa quer o profissional que demonstre experiência de vida, maturidade e prática e, de acordo com pesquisas, profissionais que estudaram no exterior demonstram mais esses traços.

A confiança e o autoconhecimento que os estudantes adquirem em colocar suas raízes em uma região nova é um trunfo para qualquer negócio, principalmente se a universidade escolhida para estudar no exterior oferecer qualidade de ensino excepcional, como a Universidade de Harvard e a Universidade de Cambridge, por exemplo.

Dessa forma, todas as competências adquiridas ou aprimoradas no exterior podem (e devem) ser demonstradas no processo de seleção por meio de exemplos, como: “Possuo experiência em lidar com a pressão, porque, quando passei (por determinada situação) no intercâmbio, atuei da seguinte forma (contar de que forma atuou)”.

Assim, a área de Recursos Humanos da empresa ou o recrutador conseguirá entender de que forma você utilizou, em situações reais, as habilidades requeridas pela função e você conseguirá se destacar – ressaltando suas competências, sua experiência internacional, cursos e referências.

Confira aqui o ranking das melhores universidades do mundo em 2019.

Empregabilidade e salários para quem estudou no exterior: aumento de salário

É certo que fatores como empregabilidade e salários para quem estudou no exterior aumentam.

De acordo com o Portal Estudar Fora, estudar no exterior pode elevar o salário do profissional em até 50%. Os dados foram divulgados pela BMI, organizadora da ExpoPós, feira gratuita de graduação e pós-graduação realizada com estudantes brasileiros de aproximadamente 40 instituições internacionais.

A pesquisa, que analisou a intenção de mais de 40 mil internautas cadastrados nos eventos de educação internacional feitos entre os meses de março e setembro de 2018, apontou que a experiência de estudos no fora do Brasil abre portas de emprego e, dessa forma, o profissional pode ganhar até metade de seu salário a mais, quando este regressa ao país. Ou seja: se o profissional saiu do Brasil com o salário de R$ 10 mil para estudar no exterior, quando regressa, ganha, em média, R$ 15 mil.

Já de acordo com o ranking global da revista Financial Times (2018), que é referência mundial no assunto, a remuneração pode aumentar em até 110% após o profissional realizar um MBA nas faculdades de Administração mais renomadas do mundo, como o INSEAD, por exemplo.

Em entrevista ao Portal Estudar Fora, o diretor da BMI, Samir Zaveri, afirma que a qualidade do ensino no exterior e a maneira como os estudos são conduzidos fora do Brasil são os dois fatores que mais chamam a atenção dos brasileiros.

De acordo com estudo feito pela Prodigy Finance, os bancos e os credores tradicionais analisam as informações de crédito ao determinar a viabilidade e as taxas associadas aos empréstimos. Mas, além dos empréstimos, eles utilizam somente níveis de renda atuais e anteriores, pois não têm conjuntos de dados que permitem previsões futuras para saber quanto o profissional receberá após a conclusão de seu curso.

De acordo com a Prodigy, os estudantes que concluem uma pós-graduação, certamente incluindo cursos de administração, engenharia, direito, políticas públicas e medicina, tendem a experimentar um aumento significativo entre seus ganhos pré e pós-estudo.

Empregabilidade e salários para quem estudou no exterior: financiamento dos estudos

Como vimos, os fatores empregabilidade e salários para quem estudou no exterior aumentam bastante. Mas o investimento é elevado para quem deseja estudar nas melhores universidades fora do país e nem todo mundo tem dinheiro para investir no seu currículo.

Uma notícia boa para você é que, além das bolsas de estudo, que são concedidas, na maioria das vezes, por mérito ou por necessidade, há, ainda, formas de financiar seu curso de pós-graduação em uma Escola de Negócios ou uma instituição de pós-graduação participante.

E a Prodigy Finance é uma dessas instituições financiadoras. A empresa gerencia uma classe de ativos bem específica (ou seja, a classe de ativos de empréstimo estudantil internacional de pós-graduação) e, de acordo com o site, é a única participante escalonada nesse espaço. Ela oferece empréstimos, financiados por ex-alunos, em renomadas instituições de ensino no exterior. Com modelo sem fronteiras, a Prodigy oferece tarifas competitivas para mais de 150 nacionalidades de estudantes em mais de 600 escolas.

De acordo com estudo feito pela Prodigy Finance em 2018, a empresa está chegando ao estágio em que tem um modelo de DP global que não é específico para empréstimos estudantis, mas que é possível implantar em toda a população de expatriados com educação superior em todo o mundo, que acredita ser de cerca de 60 milhões de pessoas. Dessa forma, a empresa afirma que será capaz de crescer mais rapidamente e diversificar em produtos de empréstimos não estudantis, como cartões de crédito ou empréstimos pessoais.

Confira o estudo com o modelo de cálculo da Prodigy, que leva em consideração a renda esperada após o curso, veja como vale a pena o investimento e acesse o site da empresa para saber mais informações sobre o financiamento.

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Autor

Carolina é luso-brasileira, jornalista e especializada em Comunicação Empresarial. Desenvolve e revisa conteúdos para diversas mídias. Adora viajar o mundo, conhecer novas culturas e escrever sobre suas experiências. Tem prazer em dar dicas de restaurantes, hotéis e também em ajudar brasileiros que desejem morar em outro país.