Estudar inglês em Malta vale a pena? Veja as vantagens

Malta  / 

Um cenário paradisíaco, com um dos menores custos de vida da Europa. A combinação é perfeita para quem busca um lugar para estudar inglês sem gastar muito. Saiba nesse artigo tudo o que é preciso para estudar inglês em Malta.

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Vale a pena estudar inglês em Malta?

Sim. O valor do curso de inglês é inferior ao da Inglaterra e muito semelhante ao da Irlanda, outros dois destinos bastante procurados por estudantes de inglês.

No entanto, Malta sai ligeiramente na frente da Irlanda no custo de vida e oferece um clima muito mais ameno para brasileiros.

Por lá, os idiomas oficiais são o maltês e o inglês. Também encontram-se algumas pessoas que falam italiano, pela proximidade das ilhas com a Itália e pelo contexto histórico.

Como estudar inglês em Malta: documentação necessária

Para estudar inglês em Malta, é preciso, primeiro, escolher o curso e providenciar a documentação. Você precisará de:

Visto

Se a sua estadia não ultrapassar 90 dias, você não vai precisar de visto para morar em Malta.

Mas, se você pretende estudar inglês em Malta por um período maior do que 90 dias, precisará de um visto de estudante. Para isso, será exigida a apresentação de:

  • Formulário com pedido de visto;
  • Duas fotos;
  • Comprovante de matrícula na instituição de ensino de inglês;
  • Passaporte;
  • Seguro viagem com cobertura de 30 mil euros;
  • Comprovante de meios de subsistência (declaração do imposto de renda, extratos bancários, comprovantes financeiros, etc);
  • Passagem de volta para o Brasil;
  • Carteira de vacinação com a vacina da febre-amarela;
  • Comprovante de hospedagem (ao menos para os primeiros dias).

Seguro viagem

Malta faz parte do Tratado de Schengen, um acordo de livre circulação de pessoas assinado por 26 países europeus. De acordo com esse tratado, todo turista que entra no país deve ter um seguro viagem com cobertura para despesas médicas hospitalares de pelo menos 30 mil euros.

E os agentes da imigração podem pedir para checar sua apólice, com risco de te mandarem de volta para casa, caso você não a tenha. Então, não há como fugir dessa obrigatoriedade.

Mas não é só por isso que você vai precisar de um seguro viagem: não existe saúde gratuita para turistas estrangeiros em Malta.

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É possível estudar e trabalhar em Malta?

Desde 2018, foi liberada uma permissão de trabalho para estudantes. Funciona da seguinte forma: o estudante chega a Malta e, 20 dias depois, pode dar entrada no pedido de visto de estudante. Tendo o visto de estudante, ele pode solicitar a permissão de trabalho. Mas só poderá começar a trabalhar, de fato, após os primeiros 90 dias.

Tal permissão é para apenas 20 horas semanais e tem a duração do curso ou, no máximo, um ano de validade. Serve como uma ajuda de custo para o estudante se manter no país.

O visto de trabalho, de fato, só é emitido para quem tem uma vaga de trabalho garantida. O empregador precisa comprovar que quer efetivar a contratação para que o visto seja liberado.

Estudantes não devem nunca tentar trabalhar ilegalmente no arquipélago, correndo o risco de serem deportados, caso sejam pegos.

Confira artigo sobre trabalhar e estudar em Malta legalmente.

Onde estudar inglês em Malta?

Malta é um arquipélago formado por cinco ilhas, sendo que apenas três delas são habitadas: Malta, Gozo e Comino. Nessas três, é possível encontrar boas opções de escolas de inglês. Confira:

  • A EF, bem conhecida dos brasileiros, tem um campus em Malta, que oferece cursos para adolescentes, jovens e profissionais dispostos a melhorar o inglês. Os programas têm duração entre uma e 52 semanas. Os valores partem de 590 dólares por semana, com curso e acomodação inclusos. No portal da EF, há mais detalhes sobre os cursos oferecidos.
  • A LAL tem unidades em Malta e Gozo e oferece de uma a 52 semanas de curso. Preços a partir de 365 euros sem acomodação (você pode optar pela acomodação, escolhendo pelo tipo – hotel, apartamento ou casa de família.
  • A IELS tem cursos de 1 a 21 semanas com valores a partir de 175 euros por semana (sem acomodação).
  • A ESE tem unidades em Malta e Gozo e valores de 545 euros para curso de uma semana, com acomodação em quarto compartilhado em instalações da própria escola. Há ainda a possibilidade de ficar em casa de família, o que barateia o custo.

Confira nosso ranking com as melhores escolas de intercâmbio para brasileiros.

Quanto custa estudar inglês em Malta?

Para estudar inglês em Malta, você vai precisar de pelo menos 175 euros por semana para pagar os custos do curso.

Fora isso, precisará de hospedagem, alimentação, transporte e lazer. Buscamos no site Numbeo alguns valores de referência:

Custo de vida em Malta
Aluguel de um apartamento de um quarto fora do centro 600€
Bilhete mensal de transporte 26€
Refeição em restaurante econômico 15€
Ingresso de cinema 8€
Salário médio da população 1 mil €

Na média, considerando poucas refeições fora e poucas atividades de lazer, você precisará de pelo menos 250 euros por semana para estudar inglês em Malta.

Estudar inglês em Malta é mais barato?

Malta é, sim, um local mais barato do que a Inglaterra, por exemplo, berço do inglês e um dos países mais caros da Europa, especialmente se considerarmos a capital Londres.

Já em comparação com a Irlanda, Malta tem valores similares de custo de vida e custo dos cursos de inglês. A exceção é Dublin, na Irlanda, uma das dez cidades mais caras da Europa.

estudar inglês em Malta Lagoa Azul

De acordo com o indicador de custo de vida mais renda do portal Numbeo, Malta seria o país mais barato para se viver, seguido por Irlanda e por Inglaterra, nessa ordem.

Para afirmar isso, o site utiliza como referência a cidade de Nova York, nos Estados Unidos. Quanto mais distante do número 100 (o valor de Nova York) um país está, mais barato ele é.

Sendo assim, o indicador de Malta é 49,45. O de Londres, 75,27. E o da Irlanda, 59,39. Ou seja, Malta é mesmo o lugar mais barato entre essas três opções.

Melhor época para estudar inglês em Malta

Como o clima é agradável o ano todo, Malta é um destino que recebe estudantes em qualquer estação.

No entanto, para quem quer economizar, vale dizer que o verão europeu é a alta temporada do arquipélago, quando ele recebe muitos turistas. E quando tudo fica mais caro.

As aulas de inglês são divididas em semanas, começando a contagem sempre a partir da segunda-feira. Então, se planeja começar um curso, programe-se para estar no país já na segunda.

Estudar inglês em Malta é bom? Veja opiniões

Sim. A experiência une estudo a muitas vivências interessantes. Além do convívio com estrangeiros e nativos, você pode aproveitar as praias, praticar surfe, mergulho e outros esportes de aventura, e aproveitar a localização privilegiada no Mediterrâneo para conhecer outros países vizinhos, como Itália, Grécia e Tunísia, por exemplo.

Sulamara Moreira, do blog 360 Meridianos, conta sua experiência em Malta:

“O que pesou na minha escolha foram questões de ordem prática. Eu até então nunca havia saído do Brasil e a ideia de estar num país europeu, que me facilitaria viajar pelo continente, me atraiu de cara. Nesse contexto, Malta me pareceu o destino perfeito: membro da União Europeia, signatário do Acordo de Schengen e com um clima mais ameno e custo de vida bem menor que Inglaterra e Irlanda, por exemplo, a ilha rapidamente ganhou minha preferência e eu bati o martelo.

(…) Eu fechei o pacote no apartamento compartilhado da escola e foi uma experiência divertidíssima. Morei com gente do mundo inteiro, em um prédio em que todas as pessoas eram meus amigos ou conhecidos. Preferi contratar o período todo de uma vez para facilitar a documentação do visto, mas é possível viajar só com o primeiro mês reservado e procurar uma república por lá, o que normalmente fica mais barato.

Com supermercado e alimentação, eu gastava, em média, 25 euros por semana. Uma vantagem era que fazia tudo a pé. A ilha é pequena e muito segura, então, até para a balada eu ia e voltava caminhando.”

Convencido? Então, boa viagem a Malta!

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Autor

Cláudia Zucare Boscoli trabalha como jornalista há 20 anos, tendo se formado na Cásper
Líbero, com extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha),
especialização em Marketing Digital pela FGV e pós-graduação em Jornalismo Econômico
pela PUC-SP. Já trabalhou para IstoÉ Online, O Estado de S. Paulo, Diário de S. Paulo e
Editora Abril, entre outros veículos. Adora viajar, conhecer novas culturas e contar o que
descobriu.