Bandeira da Bélgica: lutas e conquistas que simbolizam o país

Bélgica  / 

A bandeira de um país diz muito sobre ele e também sobre a sua história. Assim, a bandeira da Bélgica se tornou símbolo de um marco importante para a nação, significando a própria independência e liberdade.

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No caso da Bélgica, a adoção de sua bandeira aconteceu na data de 23 de janeiro de 1831 (existem relatos de que a bandeira já era utilizada em 1830), um ano depois de o país ter conquistado a sua independência da Holanda. A Bélgica precisou lutar por duas vezes para conquistar sua independência.

Importância da bandeira da Bélgica

Uma bandeira tem grande significado e importância, pois, é um símbolo visual que representa um Estado soberano. Através de uma bandeira, pode-se saber sobre a história, geografia, cultura, política e a religião do país.

Mais do que apenas cores dentro de um retângulo, a bandeira tem o objetivo de diferenciar um país dos outros e transmitir a história, lutas, guerras, uniões político-econômicas e rivalidades públicas, por exemplo.

No caso da bandeira da Bélgica, ela mostra a história e a luta do povo pela independência de seu país, já que teve um papel importante durante a revolta que resultou na independência. Nessa época, as suas cores serviam de lembrança de uma bandeira mais antiga com listas horizontais, usada durante uma revolta anterior, em 1789, nos então Países Baixos Austríacos.

História e adoção da bandeira da Bélgica

A bandeira belga tem três listras verticais, inspirada na bandeira da França. As cores são as mesmas do brasão de armas dos duques de Brabante, estado que fazia parte dos Países Baixos (na época, região entre a Bélgica e a Holanda). O brasão continua igual até os dias de hoje. A proporção da bandeira é de 13:15, tamanho pouco utilizado em bandeiras, que tem sua origem e simbolismo desconhecidos.

A bandeira foi utilizada pelo povo durante as revoltas no processo de luta pela independência do país. A população utilizou-a como uma referência à bandeira usada em uma revolta em 1789, nos Países Baixos austríacos.

A revolução de 1789 foi, também, contra os holandeses pela independência. Porém, não obtiveram sucesso. Nesse mesmo ano, a revolução Brabante (de onde vem o brasão do país) foi colocada por tropas austríacas.

Bandeira reconhecida em 1830

Hasteada pela primeira vez em 26 de agosto de 1830 na prefeitura de Bruxelas, quem criou a bandeira belga foram Édouard Ducpétiaux e Lucien Jotrand. O reconhecimento oficial do governo provisório se deu em janeiro do ano seguinte.

A Bélgica possui outras bandeiras, como a bandeira civil em terra e mar; a bandeira naval militar; a bandeira governamental naval e o estandarte real. As bandeiras históricas incluem as bandeiras de 1789 e 1830. Sempre simbolizando a luta do povo belga e, hoje, a conquista maior de sua nação.

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O brasão que inspirou a criação da bandeira da Bélgica

A bandeira da Bélgica foi inspirada em seu brasão que possui dois leões: em referência ao Leão Belga, um símbolo da nação. Outro detalhe no brasão é o escudo que fica no centro com o tradicional símbolo do leão. Todos os leões são da cor dourada, com detalhes como língua e garras vermelhas, enquanto o escudo tem a cor preta.

Ao fundo do brasão existe um manto nas cores branca, vermelha, dourada e preta, acompanhado por uma coroa no topo. Juntos, eles representam a monarquia.

Brasão de armas Belga

Abaixo, um listel traz o lema do país: A união faz a força (geralmente escritos em francês: L’union fait la force; ou em holandês: Eendracht maakt macht).

Os dois leões seguram, cada um, uma bandeira da Bélgica. No topo, erguem-se as bandeiras de todas as províncias do país, posicionadas atrás do manto e coroa real. O brasão continua sendo o mesmo nos dias de hoje, sem alterações.

Conheça também a história da bandeira de Portugal e da bandeira da Itália.

Composição da bandeira da Bélgica

São três as cores que compõem a bandeira da Bélgica. Elas são representadas em forma de listras verticais nas cores preta, amarela e vermelha (da esquerda para a direita). Todas presentes no brasão e representando símbolos importantes para a nação.

O preto na bandeira remete ao escudo do brasão. O dourado ou amarelo representa o leão belga, que é um símbolo do país. Já o vermelho, muito presente no brasão, representa as armas ou lanças, além das garras e língua dos leões.

A bandeira é utilizada tanto em terra como em mar e ar. Anteriormente haviam bandeiras específicas como a bandeira naval militar, a bandeira governamental naval, entre outras. Hoje seu uso é estatal e militar.

Uma curiosidade é que o hino nacional da Bélgica também explicita a história de luta e conquista de liberdade (independência), mostrando que o povo belga é capaz de dar ao país seus corações, braços e sangue para proteger a unidade e divisa do país.

Curiosidades sobre a Bélgica

A Bélgica é um país bem interessante, repleto de cultura, arte e turismo.  Além de ter algumas curiosidades bem interessantes, como as que citamos nesse artigo. O nome oficial do país é Reino da Bélgica, tendo sua capital na cidade de Bruxelas. Fazendo fronteira ao norte com a Holanda e o Mar do Norte, ao leste da Alemanha; a sudeste tem divisa com Luxemburgo e ao sul, com a França.

Monarquia parlamentar

O país tem seu rei, Filipe Leopoldo Luís Maria (2013 – atualmente), e possui um governo parlamentarista. Localizado no oeste europeu, tem uma área de 30.528 km² e possui uma população de 11,6 milhões de habitantes.

Moeda e população

A moeda utilizada na Bélgica é o euro, fazendo parte da União Europeia, BENELUX (bloco econômico formado por Bélgica, Holanda e Luxemburgo), entre outros. Seus principais idiomas são o francês e flamengo (oficiais), além do alemão. Sua população é formada por flamengos (54,7%), valões (33%) e europeus meridionais (12,3%).

Atividades econômicas

As principais atividades econômicas do país são a produção de produtos agrícolas (beterraba, batata, trigo, milho e outros cereais); a pecuária (bovinos, suínos e aves); a mineração (de areia, cascalho e pedras); e a indústria (metalúrgica, máquinas, equipamentos elétricos e eletrônicos, química e alimentícia).

Turismo na Bélgica

A Bélgica tem uma grande riqueza histórica e cultural, tendo diversas cidades encantadoras e monumentos históricos. Suas principais cidades são: a capital, Bruxelas, Antuérpia, Gent, Charleroi e Liège.

Se você preza por turismo gastronômico ou quer ter essa experiência, a Bélgica é uma ótima opção para isso também. Afinal, qual chocolate mais famoso que o belga? Se você é amante de chocolates e cervejas, a Bélgica é o destino perfeito para a sua viagem. Algumas de suas cervejas foram fabricadas por monges a centenas de anos. Outra curiosidade, para os amantes de arte: os melhores artistas plásticos são belgas.

Praça do mercado, Antuérpia

No norte do país você pode visitar a famosa Igreja do Sangue Sagrado e o belíssimo museu Groeninge. Na Antuérpia, o Museu Platin-Moretus é parada obrigatória, além da casa onde nasceu Rubens, o maior artista plástico belga do século 17. Imperdível para quem gosta de arte. Já na Wallonia, você pode conhecer toda a beleza da idade medieval de Namur e relaxar nas águas de Spa.

Veja mais dicas de turismo na Bélgica e saiba também como morar na Bélgica.

Bruxelas: principais pontos turísticos da capital

Alguns pontos turísticos que não podem faltar na sua rota para visitar a cidade de Bruxelas:

  • Palácio Stoclet;
  • A Grande Praça de Bruxelas;
  • As estações elevatórias Le Roeulx e La Louvière;
  • Construções projetadas pelo arquiteto Victor Horta;
  • Museu da Vila de Bruxelas;
  • Centre Belge de la Bande Dessinée;
  • Museu da Vestimenta;
  • Atomium;
  • Manneken Pis, a famosa estátua do garotinho que faz xixi.

A Bélgica é um país encantador, com ótimas opções gastronômicas e boêmias, para quem prefere. Vale a pena visitar o país e conhecer um pouco da culinária sem se preocupar com a balança, além de aproveitar a sua cultura, claro. O lado artístico do país é muito forte e as construções arquitetônicas de Vistor Horta impressionam.

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Autor

Alexandre Nogueira é brasileiro, jornalista e especialista em comunicação esportiva. Possui ainda pós-graduação em Jornalismo Esportivo e especialização em marketing digital. Tem prazer em dar dicas de roteiros turísticos europeus e recomendar os melhores passeios. Ama jornalismo, cinema, viajar, escrever, o futebol e o Santos, não necessariamente nessa ordem.