Financiamento para estudar na Europa: 5 diferentes opções

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Estudar no exterior é a meta de muitos estudantes que querem alavancar sua carreira. Mas nem sempre essa possibilidade se torna real devido aos altos custos das universidades e de vida em outro país. Sendo assim, muitos estudantes recorrem às formas de financiamento para estudar na Europa e às bolsas estudantis para ajudar a concretizar esse objetivo. Confira os principais tipos neste artigo.

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Diferentes possibilidades de financiamento para estudar na Europa

De acordo com a pesquisa Selo Belta 2019 encomendada pela Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta) em abril de 2019 no Consulado da Irlanda em São Paulo, os destinos mais procurados pelos estudantes internacionais são: Canadá, Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, Austrália e Malta.

Em relação a estudar na Europa, segundo a presidente da Belta, Maura Leão, em entrevista ao jornal Metro:

Antes era um bicho de sete cabeças, hoje é mais acessível. Se a família quer qualidade acadêmica, pode somar o custo de uma boa faculdade e acomodação lá fora e ainda tentar uma bolsa. Aí vê que de repente consegue pagar. Antes as pessoas não faziam essa conta.

Sendo assim, confira algumas formas de financiamento para estudar na Europa, caso não tenha condições de arcar com seus estudos.

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1. Financiamento para estudar na Europa: financiamento próprio

Fazer um financiamento para estudar na Europa com recursos próprios é a melhor forma para você conseguir alavancar sua carreira e conquistar sua independência. Para isso, é necessário calcular os custos para viver no exterior e pagar sua universidade e poupar a cada mês uma quantia para chegar à sua meta e iniciar seus estudos na data programada.

Para poupar com mais afinco, é preciso, entre outras ações: trabalhar antes de sair do Brasil, se organizar financeiramente, deixar de gastar dinheiro com supérfluos e saídas desnecessárias, trocar dinheiro por etapas (de acordo com o câmbio favorável), investir em produtos bancários que façam seu dinheiro render mais que na poupança, etc.

Financiamento para estudar na Europa próprio

Veja aqui tudo o que precisa saber sobre empréstimos para estudar no exterior.

2. Financiamento familiar

O financiamento familiar é o melhor financiamento para estudar na Europa, caso você não possua suas economias.

Geralmente, a família não cobra juros e você só precisa corresponder às expectativas de seu pai, mãe ou outro familiar, sendo responsável e fazendo o possível para conseguir um emprego bom e devolver o investimento à pessoa que lhe emprestou.

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3. Financiamento para estudar na Europa: bolsa de estudo

Estudar fora com bolsa de estudo é uma excelente maneira para economizar. A maioria das universidades e escolas internacionais oferece algum tipo de financiamento para estudar na Europa, uma ajuda financeira para estudantes internacionais, que pode ser um desconto parcial ou integral. Ela pode ser baseada na necessidade do aluno, no mérito acadêmico ou em ambos, e varia de instituição para instituição.

Antes de fazerem um financiamento para estudar na Europa, os estudantes podem concorrer a uma das diversas bolsas que são oferecidas por instituições. É possível pesquisá-las tanto nos sites da universidade onde pretende estudar, quanto em outros, como: da Fundação Estudar (para jovens brasileiros com alto potencial), da Fundação Lemann (que, além da bolsa, oferece apoio no desenvolvimento da carreira) e o Programa Santander Universidades.

Também é possível concorrer a bolsas oferecidas pelo governo Brasileiro: Ciências sem Fronteiras, CAPES e CNPq, e pelas Fundações de Amparo à Pesquisa Estaduais, como FAPESP, FAPERJ, FAPESB, que oferecem bolsas de pesquisa ou ensino no exterior.

Bolsas de instituições estrangeiras

Além disso, você pode pesquisar bolsas no Instituto Ling (para pós-graduação), na Fundação Carolina (uma das principais ofertas de bolsa de estudo na Europa), Erasmus Mundus (que oferece oportunidades para quem pretende cursar mestrado na Europa), assim como verificar os programas do governo Chevening (para estudar no Reino Unido), bolsas Orange Tulip Scholarship Brazil (para estudar na Holanda), Campus France (para estudar na França), DAAD (para estudar na Alemanha), entre outros.

Viu? Não faltam opções de bolsa de estudo na Europa para você não precisar pagar sua universidade em outro país ou fazer um menor financiamento para estudar na Europa. Algumas delas dão uma ajuda de custo para o estudante se manter no exterior. Mas você pode ler este artigo, que mostra muitas outras possibilidades.

4. Financiamento para estudar na Europa: Prodigy Finance

Além das bolsas de estudo oferecidas pelas escolas de negócio, como ESADE, IESE, EDHEC Business School, entre outras, para estudantes de destaque, é possível obter financiamento estudantil por meio de instituições parceiras das escolas de negócio ou instituições de ensino no exterior.

Prodigy Finance, instituição que trabalha com as principais escolas de negócio do mundo, de acordo com o ranking Financial Times, é uma dessas empresas parceiras que oferecem empréstimos a estudantes internacionais. A instituição, que também é parceira do Euro Dicas, já financiou os estudos de 14.500 estudantes de 150 países e em mais de 600 escolas. Mas nem todos os cursos de todas as escolas e universidades do exterior são elegíveis a empréstimos.

Na Europa, é possível financiar cursos de mestrado nas áreas de negócio, inclusive MBA. Já nos Estados Unidos, além das áreas de negócio, a Prodigy financia cursos de mestrado em engenharia, direito, políticas públicas e Medicina. Por isso, é importante acessar a página da Prodigy para verificar quais escolas e programas são elegíveis ao financiamento estudantil.

Financiamento de até 80% dos custos totais

O financiamento estudantil inclui o custo da universidade e uma parte do custo de vida. Assim, a Prodigy pode financiar até 80% da soma do custo de vida e o tuition, a depender da escola e do programa.

Diferentemente dos bancos, a Prodigy não exige garantias ou fiador. A instituição leva em consideração o perfil do estudante e o seu potencial de ganho. Os empréstimos são fundeados por investidores que investem buscando não apenas obter retorno financeiro, mas também gerar impacto social, muitos dos quais são os ex-alunos das próprias instituições que financiam os estudantes.

Os empréstimos são concedidos de forma simples e online. Além disso, as taxas de juros são competitivas internacionalmente e variam de acordo com o candidato.

Benefícios da Prodigy

São muitos os benefícios de fazer um empréstimo com a Prodigy. Entre eles:

  • Empréstimo online e simples;
  • Não há nenhum pagamento enquanto o aluno estuda: ele só começa a pagar o empréstimo 6 meses após o término das aulas. Além disso, é possível antecipar seu empréstimo. Saiba mais sobre a taxa de antecipação;
  • Não é necessário fiador ou garantia;
  • Não são cobradas multas por reembolso antecipado;
  • A Prodigy empresta valores que podem superar o tuition e, eventualmente, incluem o custo de vida.

Neste link, você pode conferir, detalhadamente, todas as etapas para um empréstimo na Prodigy Finance.

5. Financiamento de bancos e instituições parceiras das universidades

Caso você não tenha como arcar com os altos custos para estudar na Europa, é possível recorrer a empréstimos bancários, o que não é muito recomendado por conta dos altos juros e do pagamento não facilitado e a instituições parceiras das universidades, que oferecem financiamento para estudar na Europa. Para encontrar essa informação, o estudante deve se direcionar à seção internacional do site da sua universidade de interesse.

Algumas instituições ainda oferecem uma lista de credores que podem te ajudar, lhe oferecendo boas taxas de juros, maior prazo possível para pagamento e parcelas que não vão comprometer tanto suas finanças pessoais, quanto o orçamento familiar. Assim, você pode escolher o que melhor se encaixa nas suas necessidades.

Para saber qual empréstimo é mais rentável para você, é importante considerar fatores, como:

  • Se o empréstimo é internacional (e verificar se há restrições);
  • Se os juros são fixos ou variáveis;
  • Qual é a Taxa Anual Efetiva Global – TAEG – sendo possível comparar as taxas dos empréstimos;
  • Possibilidade de quitação;
  • Qual é o período de carência para pagamento: se será curto ou longo;
  • O que é necessário fornecer ao credor para aprovar o empréstimo.

Confira 7 ações fundamentais para quem quer estudar no exterior.

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Autor

Carolina é luso-brasileira, jornalista e especializada em Comunicação Empresarial. Desenvolve e revisa conteúdos para diversas mídias. Adora viajar o mundo, conhecer novas culturas e escrever sobre suas experiências. Tem prazer em dar dicas de restaurantes, hotéis e também em ajudar brasileiros que desejem morar em outro país.