Encontrar os países mais seguros para as mulheres é uma preocupação extremamente importante já que questões como igualdade de gênero, proteção contra a violência e liberdade fazem toda a diferença no dia a dia.

Países mais seguros para mulheres morarem e viajarem
Índice Quais são os países mais seguros para mulheres na Europa? Como é o dia a dia de uma mulher nos países mais seguros? Países mais seguros para mulheres que viajam sozinhas O que define um país seguro para mulheres? Há um país ideal para a segurança das mulheres?

Em 2025, a CEOWORLD Magazine realizou um estudo com mais de 280 mil mulheres de mais de 150 nações ao redor do mundo para concluir quais seriam os países mais seguros. Há muitos países que se destacam, tanto para se viver, quanto para se visitar.

Quais são os países mais seguros para mulheres na Europa?

O ranking realizado pela CEOWORLD Magazine, em 2025, apresentou os países mais seguros para mulheres na Europa.

Foram considerados no estudo fatores como igualdade de gênero, paridade salarial, porcentagem da presença feminina na política local, senso de segurança quando as mulheres andam sozinhas nas ruas, importância dos direitos humanos, entre outros. 

Segundo a CEOWORLD Magazine, os cinco países mais seguros para mulheres na Europa (e também no mundo) são:

  1. Holanda;
  2. Noruega;
  3. Suécia;
  4. Dinamarca;
  5. Finlândia.

Conheça um pouco mais sobre os que estão no top 3:

1. Holanda

A Holanda teve uma pontuação de 99,7 no ranking. Isso não significa que seja um país perfeito, mas sim que as políticas públicas voltadas para as questões de gênero têm transformado o lugar em um local bastante mais seguro para as mulheres do que a maioria dos países do mundo.

Também conhecida como Países Baixos, o país está situado na periferia da Europa Ocidental e possui uma planície costeira com moinhos de vento característicos do seu desenvolvimento em torno da água.

No país, percorrem três grandes rios europeus, o Reno, o Mosa e o Escalda, que também passam pelos vizinhos Alemanha e Bélgica e chegam até os movimentados portos holandeses.

Seus destaques ficam por conta de seu foco em direitos civis e inclusão social ampla, possuir um policiamento comunitário e eficiente que torna o ambiente seguro para mulheres.

Também são pontos positivos: a abertura cultural para questões de sexualidade e gênero, além de políticas públicas de saúde voltadas à segurança feminina (contracepção e direitos reprodutivos).

2. Noruega

Em rankings dos melhores países para viver, a Noruega está quase sempre entre as primeiras posições, sendo considerada um país com uma boa qualidade de vida.

Apesar de não participar da União Europeia, o país está dentro do chamado EEE, o Espaço Econômico Europeu e do Espaço Schengen. Com cerca de 5,5 milhões de habitantes, Oslo, a capital, é uma das cidades mais populosas.

A Noruega, segunda classificada, salta às vistas por possuir direitos trabalhistas e incentivos à participação feminina em cargos de confiança, ter também uma forte presença feminina no parlamento, e uma segurança urbana altíssima, com baixíssimos índices de violência.

3. Suécia

Em terceiro lugar temos a Suécia. O país, conhecido pela aurora boreal, possui clima frio e um ótimo desenvolvimento social, está localizado na península Escandinávia, no norte da Europa.

Possuindo 450 mil km² de área, a Suécia é um dos maiores países em território na União Europeia. Porém, a sua população tem por volta de 10,5 milhões de habitantes.

A Suécia oferece políticas de igualdade de gênero extremamente avançadas com divisão igualitária de responsabilidades familiares e fortes programas de proteção a mulheres sujeitas à violência de gênero.

Outros países

No ranking acima abordamos apenas países da Europa, mas há outros em escala mundial que podem ser destacados.

Canadá (6º lugar), Nova Zelândia (8º lugar) e Austrália (16º lugar) são países que também devem ser bem avaliados como possibilidades de locais favoráveis a uma vida com segurança do ponto de vista feminino.

Países nórdicos: destaque em igualdade e segurança

Os países nórdicos – Noruega, Suécia, Dinamarca, Finlândia e Islândia – destacam-se constantemente nos rankings internacionais que avaliam quais são os países mais seguros para mulheres.

Isso se deve a uma série de fatores interconectados, que vão muitas vezes além das estatísticas: refletem valores sociais profundamente enraizados, como políticas públicas eficazes e um cenário institucional comprometido com a equidade de gênero.

Nestes países, a igualdade entre homens e mulheres costuma ser tratada como prioridade nacional. As políticas públicas procuram garantir paridade salarial, acesso igualitário aos postos de trabalho e grande índice de representação feminina em altos cargos representativos.

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A Noruega e a Islândia possuem cotas femininas nas participações dos conselhos corporativos, e Finlândia e Islândia já tiveram mulheres em cargos de primeira-ministra e presidente. 

Segurança nos países nórdicos

A segurança para as mulheres nos países nórdicos é muito grande e é refletida em baixíssimos índices de violência sexual e doméstica, presença de um forte aparato estatal para proteção às vítimas, e leis rigorosas contra o assédio, violência de gênero e a favor do consentimento sexual.

Para entendermos melhor como funciona a segurança para mulheres na prática nesses países, conversamos com a brasileira Fernanda Perusin, de 43 anos, que mora em Oslo (Noruega) desde 2022. Ela emigrou devido a uma oportunidade de trabalho e pela vontade de vivenciar algo completamente novo, e conta que não se arrepende

A Brasileira Fernanda Perusin sente-se muito mais segura na Noruega.
A brasileira Fernanda imigrou para a Noruega, e nunca passou por nenhuma situação que lhe trouxesse medo. Foto: Fernanda Perusin.

Fernanda diz se sentir muito mais segura no país nórdico do que se sentia no Brasil. Ela anda parcialmente tranquila pelas ruas durante a madrugada mas, embora nunca tenha ocorrido nenhuma situação de assédio, não deixa de estar atenta por onde passa. 

No geral, a Noruega é um país muito seguro. Mas, além de achar que não existe lugar no mundo 100% seguro para as mulheres, fui criada no Rio de Janeiro, onde lugares escuros e vazios são perigosos. Então como brasileira, carioca e mulher, não dou mole!

Nesses países também há serviços gratuitos como creches que possibilitam que as mulheres prossigam em seus postos de trabalho sem sacrificar a maternidade. Além disso, todos os países nórdicos oferecem licença parental compartilhada entre pais e mães.

Por último, a presença feminina nas forças de segurança, governo e judiciário aumenta a sensibilidade institucional em relação aos problemas de gênero. 

Países para viver com qualidade de vida e segurança

Além dos países nórdicos, outros países da Europa constam na lista dos melhores lugares para mulheres viverem em segurança, com destaques para Suíça, França e Alemanha. São lugares que oferecem estrutura pública, índice de violência e políticas públicas para mulheres. 

Suíça

Localizada na Europa Central, a Suíça é um país montanhoso, com muitos lagos, vilas e elevados picos dos Alpes. Conhecida por suas estações de esqui e trilhas, a Suíça é um país pequeno.

Trata-se de um dos países mais ricos do mundo, quando falamos do PIB per capita — o Produto Interno Bruto. Os setores bancários e financeiros são essenciais para sua economia e seus chocolates e relógios são famosos em todo o mundo.

A Suíça é uma referência global para serviços públicos de qualidade, possuindo um sistema de saúde com cobertura para saúde feminina e reprodutiva distribuída tanto pelas grandes cidades quanto pelas regiões rurais. 

O país possui baixos índices de criminalidade e tem recentemente investido mais no enfrentamento da violência doméstica e sexual, com programas de proteção e monitoramento de agressores, e aumento da punição para crimes de gênero. 

A Suíça tem avançado em políticas públicas para igualdade de gênero, o que inclui incentivo à igualdade salarial, cotas de gênero e campanhas nacionais de conscientização contra o assédio.

França

A França fica na Europa Ocidental e é o terceiro maior país do continente europeu e um dos mais antigos do mundo. O país exerceu e continua exercendo grande influência no mundo nas mais diversas áreas como política, ciência, economia e, acima de tudo, na cultura.

A França possui um sistema universal de saúde com coberturas que abrangem a saúde reprodutiva feminina, exames de prevenção e apoio para gestação e parto.

Além disso, há educação gratuita e ampla oferta de creches subsidiadas. Há suporte estatal para mães solo, vítimas de violência e mulheres em vulnerabilidade social.

Mulher viajando sozinha em uma rua segura.
Viajar sozinha por países seguros pode ser uma excelente oportunidade de diversão e crescimento interior.

Em relação à violência, embora o país enfrente desafios nas grandes cidades, tem reforçado seu esforço na luta contra a violência contra as mulheres por meio da criação de tribunais especializados e leis mais rígidas contra o feminicídio. 

Sua política pública contempla a busca por igualdade salarial, proteção à maternidade e procura a promoção do empoderamento feminino desde a infância. Também busca a inclusão das mulheres em áreas de representação menores, como nas áreas da tecnologia e política.  

Alemanha 

A Alemanha é o país mais populoso da União Europeia e tem uma das economias mais fortes do mundo. Desde a reunificação, o seu papel na comunidade internacional cresce de forma contínua.

Oferece uma das estruturas públicas mais abrangentes e estáveis da Europa, com um sistema de saúde que possui políticas públicas voltadas para a saúde das mulheres. Há creches e sistema público de educação, o que auxilia aquelas que desejam ter filhos. 

Os índices de violência contra a mulher são considerados baixos e aos poucos o Estado tem aumentado suas medidas de proteção: há linhas diretas de denúncia, abrigos seguros e treinamento policial especializado. 

O país também tem procurado implementar a licença parental compartilhada, incentivos fiscais a mulheres empreendedoras e medidas para aumentar a presença feminina em setores estratégicos.

Nos últimos anos intensificou as ações voltadas para políticas de gênero e promoção no ambiente corporativo com foco na redução das disparidades salariais.

Como é o dia a dia de uma mulher nos países mais seguros?

É um dia a dia seguro e mais justo. São lugares que oferecem segurança para as mulheres andarem sozinhas nas ruas, proteção no ambiente de trabalho e acesso à justiça de forma facilitada em relação à violência de gênero. Esses países possuem PIB mais altos e são também lugares mais pacíficos em geral. 

Por exemplo, 92% das mulheres na Noruega dizem se sentir tranquilas para andar sozinhas à noite, conforme o Relatório Global de Segurança da Gallup de 2024. A liberdade para andar pelas ruas sem medo tem relação com boa iluminação pública, presença de policiamento e campanhas de conscientização sobre questões de gênero. 

A Erinice, do canal Dicas Noruega, mora nesse país desde 2012 e fez um vídeo no qual fala sobre como é a vida lá para as mulheres. Entre os assuntos, ela comenta principalmente sobre segurança, igualdade de gênero, trabalho e direitos. Confira:

É também extremamente comum que as mulheres participem ativamente dos postos de trabalho e sejam financeiramente independentes de seus parceiros(as). A cultura desses países é diferente e não se espera que as pessoas sejam workaholics e sim produtivas.

A qualidade de vida é prioridade e isso reflete no universo feminino

Há leis que oferecem extensas licenças-maternidade e a garantia de que ao terminar a licença a mulher retornará ao seu posto de trabalho e possibilidades periódicas para amamentação.

Há, ainda, tribunais específicos para cuidar de casos de violência contra a mulher.

Países mais seguros para mulheres que viajam sozinhas

Mulheres viajando sozinhas têm se tornado mais e mais comuns com o passar dos anos. Isso é fruto tanto de mudanças sociais e culturais que ampliaram a autonomia feminina, como pelo aumento da independência econômica e educacional das mulheres. 

Outro fator importante é a busca por autoconhecimento e liberdade. Viajar sozinha é uma maneira de sair da rotina, se desafiar e viver experiências em seu próprio ritmo. 

Mulher viajando sozinha em um país seguro.
As melhores opções para mulheres viajarem sozinhas são países com baixos índices de criminalidade e forte sentido de igualdade de gênero.

Também o compartilhamento de outras histórias de mulheres viajantes tem sido fonte de inspiração: influenciadoras, blogueiras e experiências de amigas próximas mostram que é possível e gratificante a experiência de viajar só.

Embora a violência de gênero tenha índices muito baixos em países como os nórdicos, por exemplo, ao se viajar é sempre bom estar atenta porque às vezes acontecem problemas. Existem países bastante seguros, mas estar atenta também é importante.

Citamos abaixo uma pequena lista com 5 dos países melhores avaliados para essa aventura feminina.

1. Islândia

O país é conhecido como o destino de viagem mais seguro do mundo por ter índices de criminalidade quase nulos. Lá, é comum ver mulheres andando sozinhas à noite, dirigindo sozinhas por grandes distâncias ou mesmo fazendo trilhas em áreas isoladas. 

A sensação de segurança para a viajante é ampliada pela presença policial (discreta mas atuante), uma população receptiva e por sua cultura igualitária disseminada.

É um local ideal para mulheres que procuram aventura com tranquilidade. 

2. Irlanda

O país é acolhedor, com uma população amigável fluente em inglês (o que facilita muito na hora de se viajar sozinha). Possui uma excelente estrutura turística, além de ser um país seguro e com baixos índices de violência de gênero. 

Dublin, a capital, se destaca na rede de apoio aos turistas, mas não se deve deixar de considerar cidades menores como Galway e Cork, ambas seguras e fáceis de se explorar sozinha. 

3. Eslovênia

É um excelente destino turístico para mulheres por reunir características como segurança (possui baixíssimos índices de criminalidade), natureza esplendorosa e cultura acolhedora. Em cidades como a capital Ljubljana, é comum ver mulheres caminhando sozinhas à noite. 

O país possui uma boa estrutura turística e uma cena cultural vibrante, embora muito mais tranquila do que outros destinos europeus superlotados. É um país fácil de se explorar sozinha, seja em trilhas pelos Alpes Julianos, seja em visitas às cidades históricas. 

4. Finlândia

Um dos destinos mais procurados por conta da Aurora Boreal é também um dos países mais igualitários do mundo, com baixo índice de assédio e alta confiança no policiamento. Possui também uma infraestrutura moderna e uma cultura de respeito ao espaço individual.

Para mulheres viajantes, isso significa poder andar tranquilas à noite pelas ruas, usar o transporte público com tranquilidade e até mesmo poder interagir com outras pessoas sem receios à integridade física ou sua privacidade. 

5. Suécia

A Suécia ocupa posição de destaque em vários rankings que avaliam a segurança e o direito das mulheres.

Possui paisagens naturais deslumbrantes, como os arquipélagos costeiros, as florestas do norte e até a chance de se assistir à aurora boreal na Lapônia. É uma nação que proporciona uma combinação rara entre segurança, beleza e descoberta. 

Também é um excelente destino turístico para mulheres que viajam sozinhas, muito em razão de a própria sociedade sueca ser formada com princípios de igualdade de gênero. Por isso, vê-se pelo país inúmeras mulheres suecas viajando sozinhas ou levando suas vidas de forma independente. 

O que define um país seguro para mulheres?

Um país seguro para mulheres é determinado por fatores estruturais, culturais, legais e institucionais como liberdade, proteção contra a violência e igualdade de oportunidades

Se analisarmos diversos rankings internacionais, vemos que todos esses aspectos são sempre considerados, como podemos ver em entidades como a Gallup, CEOWORLD, Georgetown Institute for Women, Global Gender Gap Index, entre outros. 

Abaixo vamos analisar um a um os aspectos mais importantes.

Baixos índices de violência de gênero

Para um país ser considerado seguro são considerados os baixos índices de feminicídio, violência doméstica, proteção às vítimas e punição aos agressores.

Em países como Noruega e Suécia os índices de violência de gênero são baixíssimos porque existem apoio institucional, como abrigos para acolhimento das vítimas, linhas diretas de ajuda e políticas ativas de prevenção. 

Um país seguro para as mulheres possui leis que as protegem contra discriminação, assédio e violência. Para isso, é necessário haver também um sistema judiciário acessível, sensível e eficaz, com tribunais especializados e policiais, promotores e juízes com formação positiva em relação às questões de gênero.

A França, por exemplo, possui tribunais e unidades policiais especializadas no atendimento à mulher que já identificam as formas de manipulação dos acusados e possuem artifícios para proteger as vítimas. Lá, mesmo que a mulher não tenha direito de residência legalizado, ela receberá acolhimento pelos meios judiciários. 

Igualdade de gênero institucionalizada

Nos países nórdicos, por exemplo, são cumpridas leis que promovem a igualdade salarial, acesso à educação e participação política feminina. São muitos os casos em que as mulheres se encontram em cargos de chefia, seja em instituições públicas ou privadas. 

Também as políticas de licença parental compartilhada ajudam a promover a igualdade. Na Islândia, é histórica a luta das mulheres pelos direitos feministas, e por isso se tornou o único país no mundo a ter eliminado mais de 90% da disparidade de gênero

Estruturas públicas e serviços acessíveis

Outra característica importante para a segurança feminina é o país possuir uma educação pública de qualidade onde os temas de igualdade de gênero e saúde reprodutiva sejam discutidos nas salas de aula.

Também possuir um sistema de saúde acessível com foco na saúde da mulher, planejamento familiar e acesso ao aborto legal são muito relevantes e fazem parte desse conceito. 

A Holanda é um país que oferece ampla estrutura pública voltada para o bem-estar feminino. Por exemplo, entre a licença de parto e maternidade, a mulher tem direito a 16 semanas em casa, embora receba apenas 70% do salário, menos do que em outros países escandinavos. 

Cultura e valores sociais igualitários

Em países como a Finlândia e a Dinamarca, a igualdade de gênero é um valor cultural disseminado e refletido nas práticas cotidianas. Nos países nos lugares mais altos dos rankings as normas sociais respeitam a autonomia das mulheres e condenam o machismo e a violência contra a mulher. 

Isso é resultado de uma educação de gênero de base que ensina as crianças e adolescentes a condenarem estereótipos e possíveis comportamentos tóxicos.

Há um país ideal para a segurança das mulheres?

É importante notar que nenhuma nação efetivamente alcançou paridade total de gênero, mas os marcadores utilizados em várias pesquisas indicam que os lugares que acima citamos estão em um ótimo caminho.

Como se pode ver, não existe um lugar perfeito para mulheres no mundo, mas sim países que oferecem políticas públicas efetivas que trazem muito mais segurança às mulheres, tanto para viver quanto para viajar.

Independentemente do seu destino, saber que existem países comprometidos com a segurança e o bem-estar das mulheres é um passo importante para fazer escolhas mais conscientes e tranquilas. 

Nossa dica final é: mesmo indo para um país seguro, não deixe de contratar um seguro viagem para estar protegida e tranquila. Compare preços e planos e escolha a melhor opção no site Seguros Promo.

Além disso, conhecer essas realidades também nos inspira a buscar mudanças positivas onde quer que estejamos. Esperamos que este artigo tenha ajudado você a planejar seus próximos passos (ou a próxima viagem) com mais confiança. Até a próxima!