Países mais seguros do mundo: conheça o top 10 e veja os motivos

Europa  / 

Desde 2008, um relatório chamado Global Peace Index é divulgado anualmente com a finalidade de apontar quais são os países mais seguros do mundo — e também os mais perigosos. Ao todo, foram analisados 163 países (cerca de 99,7% da população mundial), utilizando de 23 indicadores qualitativos e quantitativos. A Europa segue como a região mais pacífica do mundo, onde 8 dos 10 países mais seguros do mundo estão no Velho Continente. Veja quais são os 10 países mais seguros do mundo.

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Conheça os 10 países mais seguros do mundo

Em cinco anos, pela primeira vez foi constatado um aumento no nível de paz no mundo, conforme apontou a última edição (2019) do Índice Global da Paz.

A Europa é apresentada como a região mais segura, enquanto que o título oposto (o mais perigoso) foi para o Oriente Médio, de acordo com a pesquisa. A seguir, veja quais são os 10 países mais seguros do mundo, de acordo com Global Peace Index de 2019.

1. Islândia – GPI de 1.072

A terra da cantora Bjork é o país mais seguro do mundo, de acordo com o Global Peace Index. É o oitavo ano consecutivo que a Islândia conquista o título, sendo a nação menos perigosa quando o assunto é violência, praticamente não existem crimes violentos na Islândia.

Num país onde crianças podem ficar sozinhas nas ruas ou é perfeitamente aceitável pegar carona com um estranho, os homicídios não excedem a taxa de 1,8 para cada 100 mil habitantes — no Brasil, esse número é de 30,5 casos para os mesmos 100 mil cidadãos.

países nórdicos Islândia

Por lá, essa estatística se cumpre uma vez por ano, e geralmente os crimes são cometidos por pessoas alcoolizadas ou que sofrem de transtornos mentais. Com um alto indicador de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e uma população um pouco superior a 300 mil habitantes, o país apresenta baixa desigualdade social o que certamente influencia na baixíssima taxa de criminalidade.

Ficou surpreendido com o número 1? Então acompanhe o resto da lista.

2. Nova Zelândia – GPI de 1.221

De política e economia estável, além do respeito aos direitos humanos, a Nova Zelândia é o representante da Oceania em segurança. Com pouco mais de 4,5 milhões de habitantes, o pequeno país é dono de uma natureza exuberante, com contrastes inimagináveis para essas duas ilhas menores que o estado de São Paulo.

Assim como na Islândia, raramente você verá um policial portando armas de fogo na Nova Zelândia. A segurança pública é fator admirável e eficiente, sendo também muito difícil acontecer assaltos a civis — geralmente os casos registrados são a estabelecimentos comerciais. Com um IDH superior ao da Áustria, a Nova Zelândia apresenta o menor fluxo de cidadãos sem estrutura financeira bem estabelecida, esta é uma das razões por ela ter níveis melhores de segurança em relação a Austrália.

Além do fator segurança, o país também está entre os mais prósperos e menos corruptos do mundo.

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3. Portugal – GPI de 1.274

Portugal é um dos destaques do levantamento de 2019. O país subiu 11 posições desde que o Global Peace Index foi implementado, em 2008, e muito do seu progresso é visível diante da recuperação gradual de sua crise financeira, o que resultou numa melhor estabilidade interna do país.

Como é o país?

País pacato e com baixo custo de vida, esse é o destino de muitas pessoas que procuram segurança, receptividade e clima agradável (se comparado aos seus parceiros de continente). Portugal se destacou quando o assunto se refere a aceitação de imigrantes no país. Além disso, o país não sofre com ameaças de terrorismo, o que favorece muito a sua situação no ranking dos países mais seguros do mundo.

Em geral, os tipos de crimes que mais ocorrem no país infelizmente estão relacionados a violência doméstica e furtos de oportunidade.

bairros em portugal porto

Portugueses não têm receio

No entanto, os números estatísticos não são expressivos a ponto de fazer com que os portugueses sintam medo — muito pelo contrário. A eficácia do sistema judiciário e o respeito pela força policial é uma das grandes virtudes do sistema de segurança do país.

Apesar de estar em recuperação econômica desde a última crise, e ainda ter um dos salários mínimos mais baixos da Europa,  isso não influencia muito nos índices de criminalidade.

Também já falamos sobre a segurança em Portugal.

4. Áustria – GPI de 1.291

Com pouco menos de 9 milhões de habitantes, a Áustria chama atenção como o quarto país mais seguro da parte continental da Europa.  O país se destaca por fatores que vão muito além da segurança — principalmente em termos de satisfação pessoal. Terra de Mozart e muitos outros talentos da música e da sétima arte, o pequeno país oferece muitas opções culturais e um dos maiores Índices de Desenvolvimento Humano do mundo aos que vivem ali. Isso muito se deve a elevada renda per capita e sua distribuição entre a população.

Diante dos resultados apresentados pelo levantamento, o país obteve maiores pontuações apenas nos quesitos percepção da criminalidade (2.0), presença de policiais/oficiais de segurança (2.6) e acesso a amarmento (2.0).

5. Dinamarca – GPI de 1.316

Ocupa a quinta posição dos países mais seguros do mundo, onde aponta uma baixa desigualdade financeira. Também referência em segurança, a Dinamarca faz parte do trio mais proeminente da Escandinávia, ao lado também da Noruega e Suécia. Se considerarmos também a Islândia e a Finlândia como parte da Escandinávia, dos 25 países mais seguros do mundo, 5 estão localizados ali.

O país se destaca pelo seu alto potencial de geração de renda no que diz respeito ao seu tamanho, além de estabilidade econômica e baixo nível de corrupção.

Dinamarca Copenhagen

Um país feliz e seguro

Voltando os olhares para a Dinamarca, além da segurança, o país também pontua com louvor em termos de felicidade de sua população.

Em comparação aos demais países das primeiras colocações, a Dinamarca apresenta maiores indicadores em termos de importação de armas, impacto terrorista e conflitos externos.

Veja aqui a lista completa com os países mais felizes do mundo.

6. Canadá – GPI de 1.327

Fora da Europa e de proporções continentais, o Canadá surge com toda propriedade na oitava posição. Até mesmo em grandes metrópoles como Toronto, a segurança é uma constante, e a polícia age para além da ostensiva, mas na preservação da ordem e da investigação.

No país, se destaca a qualidade de vida e os direitos civis. Quando o assunto por exemplo é a criminalidade (homicídios), o país inteiro registrou 1,8 para cada 100 mil cidadãos em 2017, enquanto que o Brasil apontava 28,5 assassinatos para o mesmo número de habitantes, com uma lastimável média de 1 vítima a cada 9 minutos.

Já o Canadá se destaca também nas categorias saúde, segurança, nível de educação, menor desigualdade social, salário mínimo atrativo dentre outros indicativos. Dentre todos os indicadores, o país não ultrapassou os 2 pontos em nenhum deles. Tal pontuação ficou para os fatores: percepção da criminalidade, força policial, acesso a armamento, demonstração de violência, impacto do terrorismo e exportação de armas.

7. Singapura – GPI de 1.347

Singapura é outro país que teve destaque no ranking, considerado um país “livre de problemas” na opinião da grande maioria dos turistas britânicos que visitam o local anualmente (algo em torno de 450 mil).

Singapura é o quarto país mais rico do mundo e um dos maiores centros financeiros também, isso se reflete no custo de vida que não é barato. Ao longo dos anos, Singapura não apenas atingiu o status como um dos países mais seguros do mundo, como também possuindo um alto nível de saúde, educação e competitividade econômica.

8. Eslovênia – GPI de 1.355

Com apenas 2 milhões de habitantes, a Eslovênia também entra no grupo dos países mais seguros do mundo. São cerca de 2 milhões de habitantes, sendo muitos deles imigrantes sérvios e croatas. No entanto, a “crise” migratória foi muito bem gerenciada e o país saiu da 11ª posição em 2014 para o 7º lugar em 2017.

A independência veio em 1991, e já apresentava naquela época baixa taxa de criminalidade (homicídios), e no decorrer dos anos continuou caindo, principalmente após o ingresso na União Europeia em 2004.

A título de comparação, a Eslovênia tem uma média de 17 homicídios por ano, isso corresponde a 0,85 por 100 mil habitantes. Outras ocorrências de crimes também tem um índice baixo, em 2018 foram registrados apenas 157 assaltos.

Eslovênia

É comum as casas não terem muros ou portões, ou mesmo o hábito de travar os carros, a sensação de segurança é alta. Dois fatores colaboram bastante também para o êxito do país, o tamanho da Eslovênia aliado a quase impossibilidade de um cidadão ter o direito a uma arma de fogo.

Outros tópicos como percepção da criminalidade, intensidade de conflitos internos, demonstrações de violência e relacionamento com países vizinhos pontuaram com 2.0 de 5.

Conheça todos os países e capitais da Europa.

9. Japão – GPI de 1.369

Segurança e honestidade são palavras que andam lado a lado quando falamos no Japão. Representante do oriente no top 10, o país ficou na nona posição principalmente devido a 2 indicadores específicos:

Posse de armamento pesado e nuclear, além de situações de conflito com países vizinhos.

Com uma combinação de leis rigorosas, policiamento preventivo, ações educativas e comunitárias, têm confirmado a fama de um dos países mais seguros do mundo.

Em 2017, ocorreram apenas 22 crimes com armas de fogo, segundo o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes, tendo uma das menores taxas do mundo no que diz respeito a crimes desse tipo.

Taxa de homicídio

A taxa de homicídio no Japão está entre as menores do mundo, estimada em 0.28 para cada 100 mil habitantes. A força policial também não se mostra tão necessária, sendo cerca de 200 oficiais para assistir mais de 100 mil residentes ao dia.

De um modo geral, a preocupação aparente do japonês gira em torno principalmente aos desastres naturais. No entanto, questões envolvendo a máfia também podem incomodar a vida de algumas pessoas. A Yakuza, ainda nos dias de hoje, conta com mais de 100 mil membros, os quais exercem fortes influências sobre a mídia nacional.

Confira também quais são os melhores países para trabalhar.

10. República Tcheca – GPI de 1.375

Mesmo falando sobre cidades populosas como a turística capital Praga, a República Tcheca apresenta diversos fatores que tornam o país um dos países mais seguros do mundo. Apesar de relatos apontarem alguns golpes, principalmente a viajantes desavisados, estima-se que aconteçam apenas 4 roubos para cada 10 mil habitantes.

Ela não está entre as maiores economias do continente europeu, mas se destaca pelo elevado índice de desenvolvimento humano, mantendo um bom nível de igualdade e reduzindo drasticamente as taxas de criminalidade ano após ano.

No ranking GPI, o maior indicador ficou para a presença de oficiais de segurança/policiais, seguido da proporção carcerária. Alguns dos indicadores com nota mínima ficaram, por exemplo, para a importação de armas e prática de crimes violentos.

Obs: A última edição do Índice Global da Paz, foi idealizado pela publicação The Economist em parceria com o Instituto Internacional de Pesquisas pela Paz de Estocolmo e as universidades de Londres, Sydney e de Uppsala (Suécia).

Onde está o Brasil na lista dos países mais seguros do mundo?

Infelizmente, o Brasil tem uma longa jornada ainda se quiser estar pelo menos entre os 10 países mais seguros do mundo, pois no ranking ele ficou na 116ª posição. Segundo o Índice Global da Paz, o país teve uma piora no que se refere a segurança pública e instabilidade política.

Esta é a 13ª edição do relatório da paz em que apresentou uma redução ampla das condições de paz e segurança nas Américas, não é a toa que o Brasil caiu 10 posições, sendo considerado de “risco médio a paz”.

Obs: Em 2017, o Brasil atingiu a posição 108°, em 2018 foi para 106° e por fim em 2019 caiu para 116°.

Ainda de acordo com a pesquisa, o país teve uma queda acentuada em 9 dos indicadores, o que refletiu na queda das 10 posições. Um dos grandes problemas do Brasil apontado pelo estudo foram os altos níveis de encarceramento, confrontos com traficantes e mortes violentas.

Para agravar ainda mais a situação, ele está entre os 10 países com as maiores taxas de homicídios sem expectativa de melhora. Isso sem deixar de mencionar o elevado nível de polarização política, principalmente após a eleição em 2018, onde o país parece “dividido” entre o antigo e o atual Governo, gerando uma instabilidade política.

De acordo ainda com o estudo, o custo econômico da violência no Brasil superou os US$297 bilhões em 2018, sendo equivalente a R$ 1,15 trilhão segundo a cotação do Banco Central. A análise do Índice Global da Paz se baseia em 23 indicadores, sendo alguns deles:

  • Grau de militarização de cada país;
  • Impacto do terrorismo;
  • Número de mortes violentas por grupos de 100 mil pessoas;
  • Capacidade nuclear;
  • Condição de paz;
  • Segurança social;
  • Conflitos internos;
  • Relações internacionais.

Os itens de maior peso são os que medem as mortes por conflitos internos e externos, intensidade dos confrontos internos e relações com países vizinhos.

Brasil violência

Outros países latino americanos

Em se tratando da América Latina, a Nicarágua teve uma evidência negativa, o país é marcado por guerra de gangues, tráfico de drogas e um alto nível de encarceramento, tendo caído 58 posições. Outros países que tiveram uma destaque negativo foram Venezuela, Honduras e Cuba.

Como é calculada a segurança num país?

O índice utiliza de 23 indicadores sobre a violência e o medo que ela provoca, a fim de medir a segurança com base na ideal “paz positiva”.

Os fatores foram analisados e pontuados em uma escala de 1 a 5, onde quanto maior, mais violento é o país. Veja quais foram os critérios de avaliação:

  • Percepção da criminalidade;
  • Oficiais de segurança e policiais (para cada 100 mil habitantes);
  • Homicídios (para cada 100 mil habitantes);
  • Encarceramento (número de presos para cada 100 mil habitantes);
  • Acesso a armamento para a população;
  • Intensidade de conflitos internos;
  • Demonstrações de violência;
  • Crimes violentos;
  • Instabilidade política;
  • Terror político (inclui violação dos direitos civis, por exemplo);
  • Importação de armas;
  • Impacto do terrorismo;
  • Mortes por conflitos internos;
  • Gastos do governo com as forças armadas;
  • Número de militares (para cada 100 mil habitantes);
  • Contribuição das Nações Unidas para missões de paz;
  • Capacidade nuclear e de armamento pesado;
  • Exportação de armamento;
  • População refugiada do país ou território de origem/moradores de rua ou em condições deslocadas;
  • Relacionamento com países vizinhos;
  • Conflitos externos;
  • Mortes por conflitos externos.

Diante desses 23 itens de avaliação, o GPI combinou os indicadores em três fatores principais, como categorias: militarização; sociedade e segurança; e conflitos internos e domésticos. Teoricamente, o conjunto dessas variáveis seria o suficiente para determinar quais são os países mais seguros do mundo, especialmente em questões de danos físicos a população.

Entenda também o que são países de primeiro mundo e quais fazem parte da lista.

A importância da paz positiva

Você pode até ter ouvido falar, mas provavelmente nunca foi apresentado ao contexto da chamada “Paz Positiva”. Este é um termo utilizado para designar a paz através de atitudes, instituições e estruturas necessárias para criar e sustentar uma sociedade pacífica.

Algumas designações incluem a restauração dos relacionamentos interpessoais; a criação de sistemas sociais que servem as necessidades de toda uma população; e a resolução construtiva dos conflitos. A partir desses conceitos, o Institute for Economics & Peace elaborou também o relatório Positive Peace 2018, que elenca os países mais seguros do mundo com base nesses indicadores. Para esse índice foram estabelecidos 8 pilares, sendo eles:

  • Bom funcionamento do governo;
  • Bom ambiente para o empreendedorismo;
  • Distribuição justa de recursos;
  • Aceitação e respeito aos direitos do próximo;
  • Bom relacionamento com seus vizinhos;
  • Acesso livre a informação;
  • Alto nível de capital humano (conhecimentos, habilidades, etc);
  • Baixos níveis de corrupção.

O resultado novamente colocou a Europa como destaque entre as 10 primeiras posições — com foco invicto para a região da Escandinávia. A exceção vai apenas para a Nova Zelândia, único país fora do continente.

  1. Suécia;
  2. Finlândia;
  3. Noruega;
  4. Suíça;
  5. Holanda;
  6. Irlanda;
  7. Dinamarca;
  8. Nova Zelândia;
  9. Alemanha;
  10. Islândia.

No quesito Paz Positiva, o Brasil ficou melhor colocado que no IGP, e aparece em 69º lugar dentre 163 países. O relatório completo pode ser acessado no site da Vision of Humanity.

Relatório Mundial da Felicidade – onde vale a pena ser feliz

Entre 2015 e 2019, segundo o Relatório Mundial da Felicidade criado pela empresa de pesquisas Gallup em cooperação com a ONU, o Brasil caiu 16 posições no estudo, ficando na 32ª dentre 156 nações analisadas.

Os países europeus ocupam as primeiras 7 posições, sendo a Finlândia em primeiro lugar, e fora do continente a Nova Zelândia em oitava posição.

Ranking da Felicidade – (pontuação)

  • Finlândia – 7.769;
  • Dinamarca – 7.600;
  • Noruega – 7.554;
  • Islândia – 7.494;
  • Holanda – 7.488;
  • Suíça – 7.343;
  • Suécia – 7.343;
  • Nova Zelândia – 7.307;
  • Canadá – 7.278;
  • Áustria – 7.246.

Para avaliar o nível de felicidade, o relatório examina uma variedade de medidas de bem estar subjetivas, além de questões ligadas às condições sociais e econômicas. Os seguintes fatores são levados em consideração:

  • PIB per capita;
  • Apoio social;
  • Vida saudável;
  • Expectativa de vida;
  • Liberdade;
  • Generosidade;
  • Ausência de corrupção.

A conclusão do relatório apontou que o nível de infelicidade no mundo aumentou, isso se deve muito a desconfiança em líderes políticos e o uso intenso das redes sociais, este último tema já foi apontado em outras pesquisas sobre a “falsa” felicidade que os usuários das mídias sociais demostram.

Em se tratando dos países mais “infelizes”, destacam-se 7 africanos e 3 árabes situados na Ásia Ocidental, sendo em último lugar o Sudão do Sul. Sobre o Brasil (na 32ª conforme mencionamos) resta como consolo ter sido considerado o 5° país mais feliz da América Latina, sendo o 2° da América do Sul.

Vale ressaltar que o Brasil foi o pior colocado da América Latina na categoria generosidade (quando os critérios de pesquisa são analisados separadamente), ficando na 108ª, considerando todos os países do relatório, enquanto a Finlândia na melhor posição.

O assunto “generosidade” engloba questões como “você doa dinheiro para instituições de caridade?”, associado a outros argumentos como PIB per capita. O Brasil também ficou na pior posição diante de temas como “efeitos negativos”, onde sentimentos como tristeza, raiva e preocupação foram analisados, estando na 105° na classificação mundial.

No que diz respeito a corrupção, o país ficou na 71ª posição do ranking geral, isso explica o enorme movimento de brasileiros deixando o Brasil rumo ao exterior, em busca essencialmente de qualidade de vida.

Desse modo, podemos concluir que os países nórdicos são mais felizes, mesmo tendo um inverno longo, escuro e congelante, ainda assim são mais alegres, provando que o ideal de felicidade envolve outras razões e não essencialmente um clima quente.

Mas o que leva um cidadão a se sentir mais feliz em um país onde o frio domina quase todos os meses do ano? Já sabemos que o sol não é um fator determinante quanto isso, de acordo com pessoas que vivem nos 10 países mais felizes do mundo, o ideal de felicidade é uma consequência dos seguintes fatores:

  • Segurança social e pessoal;
  • Liberdade pessoal;
  • Senso de comunidade;
  • Serviços públicos;
  • Educação;
  • Emprego.

E o que torna um país menos feliz?

  • Declínio na confiança do governo;
  • Declínio na confiança social;
  • Problemas sociais;
  • Guerra civil;
  • Precariedade dos serviços públicos;
  • Corrupção.

Veja quais são os países da Europa com melhor qualidade de vida e os  melhores países da Europa para criar filhos.

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Autores

Jornalista, vive no Brasil e ama Portugal, tem passagens pela África, Europa e América do Norte/Sul. Além da paixão por viagens, também adora animais e apoia projetos de conservação de vida selvagem na África do Sul e Brasil.

Brasileira, tem formação em Design de Games e Comunicação em Computação Gráfica. Apaixonada por tecnologia, cinema e literatura, desapegou e foi viver na Europa em 2015. De volta ao Brasil, hoje é grande entusiasta de um estilo de vida quase nômade.