Começar uma nova vida na terra de Cervantes pede um passo simples (e essencial): entender como funciona o sistema de saúde pública na Espanha. Neste artigo, descubra quem tem direito, como se cadastrar, como funciona o médico de família, custos da saúde privada e muito mais. Boa leitura!
Como é a saúde pública na Espanha?
A saúde pública na Espanha é financiada por meio da arrecadação de impostos do governo e administrada pelas Comunidades Autônomas. Todos os trabalhadores, por meio de seus honorários, são obrigados a contribuir.
Recomendamos o acompanhamento do Escritório de Advogados Madeira da Costa. Agende a sua consultoria para visto, cidadania e outros trâmites legais e mude para a Espanha com segurança e tranquilidade.
PEDIR UM ORÇAMENTO →O número de centros de saúde na Espanha varia conforme as Comunidades Autônomas, mas segundo o Ministério da Saúde, em 2023 (dados mais recentes), o país tinha um total de 13.122 centros de atenção primária, dos quais 3.055 são centros de saúde e 10.067 clínicas locais.
A rede assistencial conta com um total de 763.335 profissionais da saúde, sendo 172.157 médicos e 221.406 enfermeiros, segundo o último Relatório Anual do Sistema Único de Saúde, publicado em 2024. Destes, 75,7% operam em hospitais, 16% nos centros de atenção primária e 3,4% no serviço de urgências.
Os centros de saúde, por sua vez, funcionam das 8h00 às 20h00 e os serviços são divididos em duas formas de assistência: atenção primária e atenção especializada.
Sendo assim, se você morar legalmente e trabalhar na Espanha, inclusive de forma autônoma, terá acesso à saúde pública no país, e o benefício pode se estender aos seus dependentes (cônjuge e filhos até 26 anos que residam no país).
Saúde pública X privada divide opiniões
Não há veredito simples. O público garante acesso universal e qualidade reconhecida; o privado, em geral, encurta espera e dá mais flexibilidade de agenda.
Em rankings setoriais de hospitais (Newsweek 2024), aparecem entre os melhores do país centros públicos de referência como La Paz (Madrid), 12 de Octubre (Madrid), Clínic (Barcelona), Vall d’Hebron (Barcelona) e Gregorio Marañón (Madrid); o privado Clínica Universidad de Navarra também figura na lista.
Em 2025, a Clínica Universidad de Navarra manteve destaque ao aparecer na lista global (posição 79), reforçando que o ecossistema espanhol tem bons resultados tanto no público quanto no privado.
A saúde pública na Espanha é boa?
De forma geral, sim, o sistema espanhol continua entre os mais eficientes da Europa, mas passa por desafios de gestão e tempo de espera.
Segundo o relatório mais atual Spain: Health System Review 2024, publicado pelo Observatório Europeu de Sistemas e Políticas de Saúde (ligado à OMS e à Comissão Europeia), a Espanha mantém uma das maiores expectativas de vida da União Europeia e níveis de hospitalizações evitáveis abaixo da média do bloco.
Mesmo assim, o país enfrenta desigualdades regionais e falta de profissionais, o que aumenta o tempo de espera em certas comunidades autônomas.
Em termos de inovação e qualidade, a Espanha aparece na 20ª posição no World Index of Healthcare Innovation 2024, elaborado pela Foundation for Research on Equal Opportunity (FREOPP).
Já o relatório Health at a Glance: Europe 2024, da OCDE, mostra que o sistema espanhol mantém bons resultados de eficiência e mortalidade evitável, mas alerta para o impacto do envelhecimento populacional e da escassez de médicos.
A percepção dos usuários também é positiva: pesquisa recente do instituto Ipsos revelou que 77% dos madrilenos estão satisfeitos com a saúde pública da capital — o maior índice dos últimos quatro anos.
O eBook Morar na Espanha organiza as informações que realmente importam para quem quer morar no país: vistos, custos, cidades, burocracia e planejamento. Ideal para quem quer sair da confusão e planejar a mudança com mais segurança.
QUERO CONHECER O EBOOK →Em resumo: a saúde pública espanhola continua universal, bem avaliada e funcional, mas com gargalos administrativos e diferenças regionais que ainda preocupam.
Você não precisa gastar com a transferência do dinheiro. Use o cartão multimoedas da Wise direto, com câmbio justo e sem tarifas abusivas. Prático, seguro e econômico. Peça já o seu!
Abrir Conta Multimoeda →Comparativo internacional: posição da Espanha em rankings de saúde
A OCDE não fornece uma “posição numérica” por país, mas o relatório classifica a Espanha como acima da média em resultados de saúde e eficiência de gasto público.
| País / Índice | World Index of Healthcare Innovation (FREOPP) | Health at a Glance Europe (OCDE)* | Satisfação Ipsos |
| Espanha | 20º / 40 países | Desempenho acima da média da UE | 77% (média Madrid) |
| Alemanha | 9º | Média da UE | 70% (+/–) |
| França | 12º | Acima da média da UE | 73% (+/–) |
| Itália | 18º | Acima da média da UE | 72% (+/–) |
| Portugal | 26º | Próximo à média da UE | 68% (+/–) |
Experiências negativas com a atenção secundária
Isto que acabamos de comentar pode ser corroborado no dia a dia de quem vive na Espanha: conseguir uma consulta com o seu médico da família é fácil, o problema é quando você precisa consultar um especialista ou realizar exames. Neste caso, é comum encontrar esperas de meses!
Ainda mais, como os médicos estão sempre com as agendas lotadas, as consultas são rápidas (de 10 a 15 minutos), o que pode ser preocupante.
Como funciona o sistema de saúde pública na Espanha?
Para que você entenda o funcionamento no dia a dia, vamos dividir o sistema de saúde pública na Espanha em duas partes principais: a atenção primária e a secundária.
Atenção primária
Se você está empadronado, tem o seu número da Seguridad Social e está registrado num posto de saúde, será designado a um médico da família ou médico de cabeceira, como falamos aqui na Espanha.
Este profissional, que pode ser comparado a um médico geral no Brasil, será responsável pela sua saúde em geral e terá o registro de todos os tratamentos que você realizou: remédios que você toma, consultas que passou, etc.
Por isso, antes de procurar especialistas, você precisa consultar o seu médico da família, que o encaminhará a outro profissional. É a porta de entrada do sistema e evita sobrecarga do nível hospitalar.

Por exemplo, se o paciente apresenta sintomas de dores de cabeça, ele deve agendar uma consulta com o seu médico, que o diagnosticará e, se necessário, o enviará para outro médico. Para exames de rotina, como análises de sangue, você pode pedir anualmente ao seu médico.
Já o serviço de urgências é bastante eficiente e, muitas vezes, até parece que estamos consultando em um hospital privado no Brasil. Os atendimentos são rápidos e de alta qualidade, assim como a gestão de exames ou outros procedimentos emergenciais.
Atenção secundária
Se, após consultar o seu médico, for necessária uma revisão por especialista ou exames, você receberá uma receita que indicará o tratamento necessário com a seção hospitalar requerida. É normal que as consultas sejam agendadas automaticamente, de forma que você não precisa se preocupar. Contudo, nem sempre você vai conseguir escolher o horário.
É preciso considerar que é difícil marcar consultas com especialistas, por isso, uma vez que você recebe o agendamento, é recomendado não o alterar, a não ser que seja por forças maiores.
Além disso, os agendamentos se fazem em questão de meses, o que pode ser complicado se você realmente precisa ir ao médico ou até mesmo fazer uma cirurgia. E é aí que mora o problema.
Conheço um caso de uma pessoa (não imigrante) que tinha que operar a perna, devido a um acidente ao praticar esportes. Como não era algo arriscado, o sistema público não o interpretou como urgente e a cirurgia foi agendada em três meses, o que obrigou este meu colega a contratar um seguro privado.
Ou seja, com esta experiência, podemos concluir que, ainda que as urgências sejam altamente qualificadas, os prazos da saúde pública nem sempre favorecem o cidadão.
Quem tem acesso à saúde pública na Espanha?
Todos aqueles residentes legais da Espanha, sejam cidadãos ou titulares de autorização de residência, como brasileiros com visto para Espanha ou cidadania europeia.
A regra é clara: segundo o manual dos Direitos e Deveres em Relação à Segurança Social, publicado pelo Ministério do Trabalho e da Economia Social, podem ser titulares da prestação de serviços médicos públicos os seguintes grupos:
- Pessoas com nacionalidade espanhola;
- Pessoas estrangeiras que tenham a sua residência estabelecida em território espanhol;
- Cidadãos comunitários ou de países com acordos bilaterais com a Espanha, desde que residam no país ou estejam em “movimentos temporários para a Espanha”.
Também publicamos no Instagram do Euro Dicas um post sobre o funcionamento do sistema de saúde na Espanha. Vale a pena conferir!
Acesso à saúde pública na Espanha para brasileiros e estrangeiros
Você só poderá ter acesso à saúde pública na Espanha se for residente do país. Portanto, brasileiros sem cidadania europeia, mas com visto para a Espanha, têm acesso garantido à saúde pública na Espanha.
Importante saber: o visto de estudante para Espanha não se configura como uma residência. Contudo, qualquer estudante com visto pode contar com a saúde pública. Basta inscrever-se na Segurança Social do país, fazer o seu empadronamiento e registrar-se no posto de saúde mais próximo à sua casa.
Depois, é só recolher o seu cartão de beneficiário, que deve chegar em uns dias.
Turistas e pessoas irregulares podem ter acesso?
É bem contraditório.
O Real Decreto-Lei de Acesso Universal ao Sistema Nacional de Saúde assegura o direito à assistência sanitária para qualquer imigrante em caso de urgências, ainda que esteja em situação irregular. Já as mulheres grávidas, tanto em trabalho de parto como pós-parto, terão assistência hospitalar.
Dessa forma, turistas e pessoas irregulares não poderão aparecer num posto de saúde e pedir uma consulta, por exemplo. Por esse e por outros motivos, é importante se legalizar na Espanha. Mas, em caso de urgência, devem ser tratadas em hospitais.
E agora entra o “x” da questão: muitas vezes, espanhóis não têm consciência disso (ou empatia!). Então, não se espante se os atendentes do hospital exigirem um cartão da saúde pública para atendê-lo. Neste caso, recomendamos afirmar os seus direitos ou buscar outro hospital que o atenda.

Menores de 18 anos têm total direito à saúde na Espanha em igualdade de condição com os espanhóis, ainda que estejam em situação irregular.
Ainda assim, qualquer imigrante ilegal terá direito apenas aos atendimentos emergenciais, ou seja, em casos de acidentes ou de doenças graves.
Para turistas, é importante destacar que você precisa de um seguro viagem para entrar na Europa. Nesse sentido, o comparador Seguros Promo pode ajudá-lo na hora da investigação!
O sistema de saúde na Espanha é gratuito?
Não.
Ainda que as consultas sejam gratuitas, o trabalhador paga 4,7% do seu salário anual para a Segurança Social da Espanha. Enquanto isso, ao contratar alguém, a empresa deve pagar 23,6% do salário desta pessoa para o mesmo órgão.
É importante lembrar que este valor também é dedicado a outros setores, como a previdência.
Contribuições sociais
A seguir, entenda como funciona a contribuição social com base no empregador e no trabalhador.
| Rubrica | Empresa | Trabalhador | Total |
| Contingências comuns | 23,60% | 4,70% | 28,30% |
| MEI (equidade intergeracional) | 0,67% | 0,13% | 0,80% |
E quanto custa um atendimento particular?
Depende. Em Madrid e Barcelona, por exemplo, o valor começa nos 60€, mas é muito comum que seja superior, como 90€ ou 100€. Mas, o valor varia de acordo com a região onde você mora.
Por outro lado, se você tiver um seguro privado, o valor da consulta pode variar. Há seguros que exigem o pagamento mensal mais uma cota por consulta. Este valor pode variar de 5€ a 15€, enquanto os sinistros dos seguros podem ir de 20€ a mais de 200€ ao mês, dependendo da cobertura, região e do número de assegurados.
Média de custo no setor privado
O atendimento no setor privado varia conforme a cidade, especialidade e urgência. A seguir, confira algumas médias.
| Serviço | Média de preço |
| Medicina geral (consulta) | 30€–100€ |
| Especialidades comuns | 50€–150€ |
| Particularidades | Planos com copago reduzem mensalidade, mas cobram por uso; planos “sem copago” custam mais por mês. |
Além disso, existem planos de saúde privados que cobrem todo o tipo de necessidade. Eles custam, em média, 80€, podendo chegar a mais de 100€, dependendo do grupo (gestantes, idosos, etc.).
Como se cadastrar no sistema de saúde pública na Espanha?
Para utilizar a saúde pública na Espanha, é necessário estar cadastrado no INSS que aqui é chamado de Seguridad Social, seja como trabalhador autônomo ou colaborador de alguma empresa.
Caso o cidadão esteja desempregado, aposentado ou cumprindo um período de licença, terá atendimento garantido se estiver cadastrado na Previdência Social.
Desde setembro de 2024, a Espanha autorizou a emissão da Tarjeta Sanitaria Individual em formato virtual, com prazo de adaptação de até 18 meses pelas comunidades autônomas. A TSI virtual pode substituir a física (com consentimento do titular) e é válida em todo o SNS.
Para brasileiros com visto ou NIE
Os brasileiros que moram na Espanha devem seguir os seguintes passos:
- Realizar o trâmite de empadronamiento, que é como um registro da sua residência;
- Preencher um formulário para se cadastrar no INSS,Segurança Social;
- Apresentar os papéis requeridos (formulário, TIE ou NIE e passaporte) numa sede da Seguridad Social. O número é dado no mesmo dia (também se pode fazer este processo online se você tiver um certificado eletrônico);
- Ir ao posto de saúde mais próximo à sua casa e registrar-se ali. Dependendo do local, o seu cartão deve chegar entre uma semana e um mês;
- Depois, solicitar a tarjeta sanitária. O procedimento é conhecido como: “darse de alta en la Seguridad Social” e pode ser feito pela internet, na página oficial da Seguridad Social.
Também haverá a possibilidade de atendimento em outros países da União Europeia com a tramitação da respectiva carteira europeia de saúde.
Esse processo pode variar conforme a região da Espanha. Na Catalunha, por exemplo, é comum que o pedido da carteirinha seja feito online e você não precisa ir presencialmente até que a carteirinha chegue à sua casa.
Médico de cabecera na Espanha
O médico de cabecera (médico da família) equivale ao clínico geral no Brasil. Trata-se de um profissional que será responsável por todo o seu registro sanitário. Ele terá a sua ficha com todas as suas condições de saúde e será o primeiro profissional a atendê-lo na primeira consulta.
Este profissional é quem vai dizer se você precisa ir a um especialista ou não. Por exemplo, se você necessita realizar uma revisão ginecológica, deve ir ao seu médico da família, que vai solicitar a consulta com um ginecologista e os exames que deve fazer. Em mulheres saudáveis, este tipo de revisão é feita a cada três anos.
Este sistema é comum em muitos países. Ele serve para não sobrecarregar os especialistas, fazendo com que estes se concentrem mais em casos graves. Além disso, do lado do paciente, é importante garantir que o seu médico conheça todo o seu histórico antes de realizar um diagnóstico.
Na minha opinião, isso é positivo, porque, se formos ver, a maioria das consultas cotidianas pode ser resolvida facilmente. Uma gripe, uma dor de garganta, etc.
Como funciona o atendimento na saúde pública na Espanha?
O atendimento funciona da seguinte maneira: você consulta o seu médico da família para depois ser encaminhado a um especialista. Porém, para que você possa entender como tudo acontece na prática, recomendamos que assista ao vídeo do canal CaRIOcas na Espanha:
Remédios têm coparticipação do governo
Se, depois da consulta, você for receitado algum remédio, o governo realiza uma coparticipação no pagamento. O valor desta espécie de desconto varia de acordo com o grupo de pacientes ao qual você pertence.
Por exemplo, para pessoas de baixa renda ou pensionistas, os remédios são grátis. Já para trabalhadores ativos, depende da sua faixa salarial. Neste caso, o desconto vai de 60 a 40%.
A atual tabela oficial do Ministério da Saúde resume a coparticipação em medicamentos no SNS dessa forma:
| Situação | Renda anual | Percentual | Teto mensal (pensionistas) |
| Ativos | < 18.000€ | 40% | — |
| Ativos | 18.000€–<100.000€ | 50% | — |
| Ativos | ≥ 100.000€ | 60% | — |
| Pensionistas | < 18.000€ | 10% | 8,23€ |
| Pensionistas | 18.000€–<100.000€ | 10% | 18,52€ |
| Pensionistas | ≥ 100.000€ | 60% | 61,75€ |
Ainda existem algumas exceções (isentos): pessoas que recebem o IMV (ingresso mínimo vital), pensões não contributivas, pessoas desempregadas sem subsídio, quem sofreu acidente de trabalho ou doença profissional, entre outros casos (a lista completa está no documento oficial).
Como agendar consultas
Existem três maneiras de agendar consultas: indo até o seu centro de saúde correspondente, por telefone ou pelos aplicativos e sites da saúde pública (que variam de acordo com a comunidade autônoma).
Em Madrid, por exemplo, conseguir uma consulta com o seu clínico geral é muito fácil: você deve baixar o aplicativo Cita Sanitaria Madrid, cadastrar o número da sua tarjeta sanitaria e verificar datas e horários disponíveis.
Também é possível agendar consultas telefônicas, nas quais o médico deve ligar para você em um horário combinado. Na minha experiência, isso acaba não funcionando muito bem, pois, caso você não atenda, não consegue retornar a chamada.
Lembrando que os centros de atendimento funcionam das 8h00 às 20h00.
Como procurar atendimento em caso de emergência
Uma emergência é uma necessidade médica imediata e uma situação de risco de vida. O número 112 deve ser utilizado para o atendimento imediato de profissionais de saúde, bombeiros e policiais. Ou seja, vale para situações como furtos, acidentes, agressões, incêndios e emergências médicas.
No entanto, em caso de emergência médica, você também pode ativar um médico em casa ou, se necessário, uma ambulância ou helicóptero médico.
O 112 funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano. Ele é um número único para toda a Europa, por decisão do Conselho da União Europeia, de forma a evitar que as pessoas que viajam tenham de saber todos os números de emergência locais.
Melhores hospitais da Espanha
O ranking World’s Best Hospitals traz os melhores hospitais do mundo em 2025. Seis hospitais da Espanha fazem parte dos 100 melhores:
- Hospital Universitario La Paz de Madrid (49º);
- Hospital Universitario 12 de Octubre – Madrid (52º);
- Hospital Clínic de Barcelona (59º);
- Hospital Vall d’Hebron de Barcelona (70º);
- Gregorio Marañón de Madrid (76º);
- Clínica Universidad de Navarra (79º).
A Clínica Universidad de Navarra é o único centro de saúde privado espanhol que figura nesta prestigiosa lista, liderada por três hospitais de referência norte-americanos: Mayo Clinic, Cleveland Clinic e Toronto General – University Health Network.
É interessante notar que, apesar de a saúde pública na Espanha ter caído nos rankings gerais, todos os hospitais presentes na lista da Newsweek melhoraram as suas classificações entre 2023 e 2024.
Vale a pena acessar a saúde pública na Espanha?
Sim.
O sistema de saúde pública na Espanha funciona bem, de forma geral. A maioria das consultas pode ser resolvida com o seu médico de família ou nos hospitais, visto que o atendimento de urgências nos hospitais é de alta qualidade.
Contudo, recomendamos ter um seguro. Se algum dia você precisar realizar algum procedimento que tenha prazos da saúde pública mais longos, sempre poderá contar com o sistema privado. Mas, claro, o plano particular também vai depender da sua disponibilidade financeira.
Ficou com vontade de morar na Espanha? Nós ajudamos! Conheça o nosso Ebook Como Morar na Espanha, escrito por brasileiros que vivem no país. São mais de 300 páginas com o passo a passo completo para organizar a sua mudança desde o momento da decisão – ainda no Brasil – até chegar à Espanha.
Bianca Alves +2 autores