Vim para Portugal estudar e fiquei: 4 brasileiros que decidiram não voltar

Nos últimos anos, Portugal tem atraído cada vez mais brasileiros para estudar nas suas instituições de ensino superior. Fazer faculdade na Europa é há séculos um sonho para os brasileiros. Mas será que vale a pena? Alguns de nós achamos que sim.

Eu mesma vim para Portugal estudar e fiquei. Hoje vou contar a minha história e a de mais três brasileiros incríveis que vieram estudar em terras lusas e decidiram que não voltariam mais para o Brasil. São histórias de luta, adaptação e acima de tudo, histórias de sucesso. Quer se inspirar para viver em Portugal? Este texto é para você!

O início de um sonho: a minha história

Eu, Letícia, nasci e cresci na mesma cidade onde tudo era sempre igual e pré-determinado. Alguma coisa me dizia que era meu destino sair da minha bolha e ver o mundo. Foi quando em 2016 eu decidi largar a faculdade e o emprego e embarcar numa jornada de autoconhecimento num reino muito distante.

Usei a minha nota do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) para me candidatar a um curso de graduação numa universidade portuguesa. Tratei dos documentos, dinheiro e tive que convencer a minha família e amigos de que eu era perfeitamente capaz de me virar sozinha num país estranho, mesmo sem nunca ter morado fora antes.

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Em 2017 eu embarquei para Portugal com três malas, um visto de estudante e todas as inseguranças de uma jovem de 20 anos que se lança numa aventura um pouco (muito) imprudente.

Veja também Como estudar em Portugal: guia completo para brasileiros.

Imagem do arquivo pessoal de Letícia Melo

Quando saí de Brasília a minha intenção era não voltar para lá. Não sabia se queria continuar em Portugal, mas planejava ao menos fazer também um mestrado no país.

A minha vida de estudante em Portugal veio a ser excelente, pude conhecer bastante as diferenças entre os nossos países, presenciei as praxes universitárias, tive oportunidades de viajar pela Europa e conheci pessoas incríveis, como os entrevistados do artigo.

Foi aqui também que eu conheci o meu futuro marido, que me apresentou e ensinou a apreciar e respeitar a cultura portuguesa.

Acabei o curso, e agora?

Terminados os estudos na Universidade do Algarve, eu estava em meio a uma pandemia, recém-lançada no mercado de trabalho com milagroso sucesso e recém-casada.

Enquanto o mundo estava em uma tempestade, eu me vi inclinada a fixar os pés no chão. Afinal, Portugal havia passado a ser o meu lar e a minha família.

Para renovar o meu título de residência estudantil, porém, eu tive que esperar por quase um ano uma remarcação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), já que tive a minha entrevista de visto tinha sido cancelada devido às medidas contra a COVID-19.

Por ter visto de estudante, eu tinha direito a permanecer por mais 2 anos no país com atividade aberta. Ainda assim, como eu estava casada com um cidadão português, tive direito a pedir um Cartão de Residência, que me garantia os mesmos direitos que já tinha por mais 5 anos.

Veja também o artigo sobre cidadania portuguesa por casamento: quem tem direito e como solicitar

O melhor e o pior de ser brasileira em Portugal

A minha experiência mostrou que o que mais dói é a falta daquele sentimento familiar, de estar em casa. Pode ser saudade da cultura, comida e principalmente da família e amigos.

Mas o melhor lado disso tudo, no meu ponto de vista, é encontrar portugueses de mente aberta e criar boas amizades baseadas em respeito e admiração.

Portugal é um país seguro, lindo e quando quer pode ser muito acolhedor. Eu diria até que em toda a Europa, Portugal é o país mais brasileiro.

As lições que aprendi

Após tantos anos morando em Portugal, não posso dizer que nunca voltarei a viver no Brasil, mas não está nos meus planos próximos.

Da mesma forma, viver em outro país também não está fora de questão. Ainda tenho o sonho de viajar pelo mundo e conhecer muitos lugares diferentes antes de escolher onde criar raízes.

A minha vida de expatriada em Portugal me apresentou a brasileiros incríveis que construíram histórias de sucesso aqui fora, mesmo tendo começado tudo do zero.

No artigo de hoje, conheça a Mirian, o Gustavo e a Raissa. Eles têm muito que ensinar sobre a vida real de quem sai do Brasil e escolhe ficar em Portugal.

Mirian Tavares: quem me mostrou que tudo é possível

Eu estava no meu segundo ano de faculdade em Portugal sentindo que teria que mudar a minha língua para ser aceita. Até que entra em sala a nova professora da turma, coordenadora de doutorandos, chefona de tudo e uma das únicas brasileiras no corpo acadêmico da universidade.

Mirian Tavares foi a prova que eu precisava de que mulheres brasileiras podem sim ser empoderadas e conquistar uma carreira de sucesso em Portugal.

Ela estava aqui há quase 20 anos e havia reconstruído a sua vida após ter vindo para Portugal estudar.

Imagem do arquivo de Mirian Tavares

Mirian pisou em terras portuguesas pela primeira vez em 1997 para um intercâmbio do doutorado em Lisboa. A então professora da Universidade Federal de Sergipe se encantou com a experiência, que viria a repetir alguns anos seguintes, quando voltaria a estudar em Portugal.

Em 2001 ela iniciou um pós-doutoramento (como se diz o pós-doutorado por aqui) entre a Universidade NOVA de Lisboa e a Universidade do Algarve, o que abriu novas portas para a sua carreira acadêmica no país.

Pouco depois ela foi convidada para ser professora de mestrado na Universidade do Algarve, região para onde, em 2002, Mirian se mudou com o seu filho de 3 anos.

O que era para ser apenas uma experiência, veio a mudar a sua vida. “Hoje estou aqui há quase 20 anos lecionando”, relata a professora.

Veja também Quanto custa estudar em Portugal? Confira preços e condições.

Um grande desafio

Uma das coisas que mais motivou a cearense a ficar em Portugal foi a possibilidade de progressão na carreira, o que acabou por se revelar um grande desafio.

“Eu tinha que provar que era mesmo eficiente e boa no que fazia porque era brasileira. Na altura quando eu comecei a dar aulas aqui eu era das poucas professoras brasileiras a dar aulas em universidades portuguesas.”

Felizmente, ela conta que institucionalmente nada lhe foi negado pelo fato de ser brasileira.

“Em São Paulo eu sentia muito o impacto de ser nordestina. Assim como acontece aqui. E aqui de fato nesse sentido eu até senti menos, pelo menos visivelmente, esse preconceito.”

Vistos, burocracias e desinformação

Devido à falta de informação na época sobre os documentos de visto e títulos de residência disponíveis e confusões com a burocracia dos consulados, Mirian começou a trabalhar na universidade sem ter um visto de trabalho regularizado.

O mal-entendido foi, entretanto, resolvido nos meses seguintes com a ajuda do SEF e a professora conquistou a Igualdade de Direitos e Deveres.

Após 5 anos vivendo em Portugal, Mirian pôde solicitar a cidadania portuguesa.

Um lar para criar a sua família

O mais valioso da sua experiência em Portugal foi ter vivido por 20 anos em ambiente com estabilidade e segurança, na cidade de Faro.

“Quando eu vim para cá o meu filho tinha 3 anos, agora tem 21, e cresceu numa cidade pequena com segurança, saía, ia para a rua. Ou seja, ele teve toda essa possibilidade de vivência e liberdade que eu sei que a minha família em Fortaleza dificilmente tem. E mesmo que seja um lugar pequeno, em Portugal estamos conectados ao mundo. Tudo aquilo que acontece no resto da Europa num certo sentido se reflete aqui.”

Em contrapartida, ela confessa que o mais difícil de estar fora do seu país natal é estar longe do restante da sua família e perder momentos importantes, assim como sentir falta das relações mais abertamente afetivas do nordeste brasileiro.

Hoje em dia, porém, Mirian não pensa em voltar a viver no Brasil. Ela conta que Portugal se tornou a sua casa e que pretende continuar a viver na cidade que a acolheu tão bem nas últimas duas décadas.

O seu ensinamento aos novos estudantes brasileiros em Portugal

Após tantos anos vivendo em Portugal em contato com brasileiros e portugueses, Mirian acredita que a coisa mais importante é perder o preconceito. Tanto contra brasileiros, quanto contra portugueses.

“Eu tenho sentido sobretudo dos jovens brasileiros que têm vindo estudar na universidade, que acabam não se misturando e tendo pouca relação de fato com as outras pessoas daqui. Eu sei que não é fácil, eu quando cheguei aqui as minhas amigas eram quase todas estrangeiras. Mas eu acho que quando a gente se deixa no fundo entender que é diferente, deixa de ser complicado.”

Portanto, a professora explica que precisamos nos permitir viver o país profundamente, a conhecer de verdade a cultura e as pessoas.

“Se você vai, seja para Portugal seja para onde for, com o espírito de não sair do seu lugar, é melhor nem sair.”

Gustavo Costa: um exemplo de adaptação e luta

Um dos meus primeiros amigos em Portugal foi o Gustavo, colega de curso que veio fazer faculdade e trouxe consigo toda a sua família do Rio de Janeiro.

Durante toda a faculdade ele nunca descansou. Era um dos únicos alunos no curso que estudava e trabalhava ao mesmo tempo e ainda assim conseguia se adaptar muito bem com os colegas portugueses com uma desenvoltura natural.

Após se formar ele se mudou para o Porto, onde encontrou trabalho na sua área de formação e de onde compartilhou a sua experiência aqui em Portugal para o Euro Dicas.

Imagem do arquivo pessoal de Gustavo Costa

Toda a família de mudança

Gustavo sempre sonhou em viajar e teve muita vontade de viver fora. Quando surgiu a oportunidade de fazer faculdade em Portugal, toda a sua família veio junto.

Ele se candidatou a um curso superior usando a nota do ENEM e, cerca de um ano antes das aulas começarem, soube que havia passado. Foi quando Gustavo, os pais e a irmã se organizaram logística e financeiramente para a mudança do Rio de Janeiro para o Algarve.

Para Gustavo, a vida de estudante no Algarve foi muito tranquila, especialmente em comparação à vida que levava no Rio.

“Mesmo vendo muitos relatos de xenofobia, eu nunca senti por parte de nenhum colega de classe. Às vezes me sentia meio deslocado, mas eu sempre fui muito bem recebido na universidade.”

Um novo começo profissional

Após a sua formatura na faculdade, Gustavo pensou que ficar em Portugal era o melhor a fazer pela sua carreira. Ele se mudou para a cidade do Porto em busca de oportunidades de emprego na área de formação e conta que, no momento, não há nada que o estimule a voltar para o Brasil.

“Decidi ficar em Portugal porque aqui tem muito mais facilidade de eu me projetar profissionalmente no mercado. Eu penso em seguir carreira acadêmica, e, assim que tiver a dupla cidadania, vou tentar dar continuidade aos estudos com um mestrado em países escandinavos. Eu quero continuar a minha jornada acadêmica aqui na Europa.”

Permissão para continuar em Portugal concedida

Para manter a sua situação de visto regularizada, Gustavo optou por aproveitar os seus direitos previstos na lei de autorização de residência para o estudante, artigo 122 linha O.

Está previsto por lei que qualquer aluno internacional com visto regular de estudante que quiser permanecer em Portugal após ter finalizado o curso tem direito a ficar por mais dois anos, desde que tenha atividade profissional aberta ou um contrato de trabalho.

“Fui ao SEF, apresentei os mesmos documentos que tinha de estudante, a única diferença é que agora tinha um contrato de trabalho. Eu renovei meu título esse ano, com validade até 2023. Sendo que ano que vem eu já vou completar 5 anos em Portugal, então vou ter direito a dar entrada à dupla nacionalidade.”

Veja com mais detalhes esse processo no nosso artigo renovar autorização de residência em Portugal após concluir os estudos.

Prós e contras de viver em Portugal

Portugal mostrou a Gustavo que pode ser uma terra de oportunidades e de segurança. Estes são os fatores que mais motivam Gustavo a continuar vivendo em terras lusas.

“Mesmo você trabalhando com um salário mínimo, consegue ter uma vida minimamente digna, comer fora, sair e comprar roupa de marca. Coisas que no Brasil você teria que se esforçar muito mais.”

Por outro lado, a experiência de Gustavo também mostra que a vida para imigrantes em Portugal, especialmente latino-americanos e africanos trabalhando, pode vir acompanhada de preconceito e intolerância.

“Sempre vai haver um comentário xenofóbico ou outro, nem sempre de forma direta ou voluntária. Mesmo que não seja dirigido a você, é um comentário contra o seu povo.”

Aos futuros estudantes, não se iludam

O maior conselho de Gustavo aos brasileiros que sonham em estudar em Portugal é muito racional.

“Você tem que vir para Portugal estudar tendo em mente que é um desafio a mais, você está fora do seu país. Não acha que você já vai chegar e conquistar tudo. O importante é não desistir porque é difícil arrumar o seu primeiro trabalho, organizar os documentos. Mas se você tiver foco e determinação, com calma chega lá.”

Raissa Atzingen: a voz da razão e compreensão

Viver em Portugal é bom, mas emigrar não é fácil. Tenho muito a agradecer à Raissa, uma psicóloga brasileira residente no Porto que me guiou à arte de estar em paz com esse processo.

Sendo ela mesma uma brasileira que fez o ensino superior em Portugal e decidiu ficar, Raissa sentiu na pele toda a experiência pela qual eu e vários outros alunos brasileiros vivemos. E melhor ainda, ela estudou o assunto e hoje é terapeuta especialista nessa área.

Há 10 anos ela vive em Portugal e tem muito a nos ensinar sobre como viver bem com a imigração.

Psicóloga Raissa veio a Portugal estudar licenciatura e mestrado
Imagem do arquivo pessoal de Raissa Atzingen

Começar do zero em Portugal

Era 2010 quando Raissa decidiu acompanhar os seus pais em uma mudança para Portugal, o seu “paidrasto” havia conseguido uma vaga de doutorado, o que inspirou a jovem a também ingressar no ensino superior no Porto.

O que começaria como uma viagem com data para voltar acabou por fazer com que a jovem estudante escolhesse nunca mais voltar para o Brasil.

A segurança e a qualidade de vida encantaram a psicóloga, que viu em Portugal um lugar para um recomeço.

O processo de adaptação

Ela conta que, mesmo tendo se adaptado muito bem, no início da vida nova no país teve dificuldades em se adaptar ao ciclo social.

“Após 3 meses em Portugal, eu me deparei um pouquinho com a questão do choque cultural. Tinha saudade e queria voltar para o Brasil”.

A vida de estudante veio a ser diferente do que ela estava acostumada no Brasil, mas muito positiva. “Além de aprender, eu conheci muitas pessoas, aprendi muito sobre a questão da praxe, que não concordo muito, mas passei a entender muito mais sobre esse mundo acadêmico e como ele funciona. Foi uma experiência muito boa para a minha integração na faculdade.”

Até que, passados os 3 anos da licenciatura, Raissa se formou e decidiu não voltar mais para o Brasil com os seus pais.

“Conforme o tempo foi passando e eu já tinha uma rede de suporte social, já tinha mais amigos, isso foi se transformando. Iniciei o meu mestrado e decidi continuar aqui.”

Construir uma carreira

Após ter concluído a licenciatura e o mestrado em Portugal, Raissa ingressou na Ordem dos Psicólogos Portugueses e mergulhou de cabeça na sua carreira.

“Hoje em dia eu trabalho com uma Organização Não Governamental que apoia mulheres vítimas de violência, e também na clínica privada trabalho principalmente com o nicho da população migrante, para questões voltadas à adaptação e processos de aculturação.”

Quando completou 6 anos de residência em Portugal, Raissa conquistou a dupla nacionalidade e atualmente não pensa em voltar para o Brasil ou morar em outro país.

Portugal como um lar

Ao ser questionada sobre o que é o melhor e o pior de viver em Portugal sendo brasileira, Raissa apresenta um contraponto, com cautela.

“Ao mesmo tempo que Portugal é um país muito acolhedor, onde eu me sinto em casa e aprendo muito com a cultura, temos situações que não podemos generalizar.”

Enquanto o carinho e acolhimento de alguns portugueses transformam Portugal em um lar para ela, outras pessoas fazem do país um lugar hostil aos imigrantes.

“A mulher brasileira carrega com ela estereótipos, estigmas e preconceitos, que estão muito relacionados com a objetificação da mulher. É como se nós, imigrantes brasileiras, tivéssemos sempre que provar alguma coisa. Como se tivéssemos que justificar o fato de estarmos aqui.”

Ela destaca que o estereótipo e o preconceito são coisas que devem ser desconstruídas agora, não com o tempo, mas já.

Conheça também o Migra Myths: campanha para combater estereótipos e xenofobia em Portugal

Dica aos caloiros

Raissa aconselha a todas as pessoas que desejam morar fora que abram a cabeça para as oportunidades e não comparem constantemente Portugal com o Brasil.

“Abrir a visão de mundo e entender que cultura é algo que às vezes é algo que a gente não pode discutir. Não existe uma cultura melhor do que a outra, devemos aprender a lidar com o diferente. Muitas vezes o diferente pode ser uma oportunidade, algo com o qual você pode aprender e evoluir.”

Dessa forma, se evita sofrimento e melhora a sua experiência migratória.

Deu tudo certo

Não há arrependimentos. Mudar de país pode ser uma experiência fantástica, desde que se planeje com antecedência, se organize e esteja aberto a outras culturas.

Leticia em Lisboa

Morar fora é uma aventura que vale a pena. Nem sempre é fácil, às vezes dá vontade de desistir e voltar para casa. Mas e se der certo?

Aqui estão alguns exemplos de que se mudar para Portugal pode sim trazer uma vida de sucesso!

Essas histórias que compartilhamos aqui trazem ensinamentos valiosíssimos para quem sonha em sair do Brasil para viver em Portugal.

Estar aberto às outras culturas. Trabalhar duro e não desistir. Ter paciência.

E se eu posso adicionar mais um, acolha a comunidade de brasileiros onde você estiver. Nunca estamos sozinhos. Imigrantes sempre estarão lá um pelo outro.

Espero que esse artigo tenha te inspirado a persistir no seu sonho! Lembre-se, quem acredita sempre alcança.

Como estudar em Portugal?

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Letícia Melo é uma jornalista e redatora brasiliense graduada em Ciências da Comunicação pela Universidade do Algarve. A partir de Portugal, país onde vive desde 2017, ela produz conteúdos online sobre imigração, cultura e viagem. Nas horas vagas, ajuda negócios locais com estratégias de Marketing Digital e apoia as causas que acredita.

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