Empreender em Portugal: entenda como investir no país

Transformar ideias em realidades, inovar e tornar-se dono do próprio negócio muitas vezes é complicado em qualquer lugar do mundo. Antes de começar é preciso muito planejamento e visão de negócio. E quando se trata de colocar em prática planos em outro país? Neste artigo vamos falar sobre empreender em Portugal, quais as dúvidas mais comuns, como começar um negócio e os erros que você não deve cometer.

Como empreender em Portugal?

O processo para empreender em qualquer lugar do mundo começa com planejamento. Definir uma estratégia bem delineada e conhecer o mercado no qual se pretende investir são pontos de partida essenciais para qualquer empreendedor.

Além disso, é preciso ter reservas para investir, claro que existem pessoas que começam a investir com muito pouco, mas coloque na equação a cotação do euro. Existe, ainda, a opção de empréstimos nas instituições financeiras portuguesas – inclusive pode ser usado na solicitação do visto – mas é preciso ter um plano de negócio muito bem estruturado para evitar altos riscos.

Outro aspecto ao empreender em Portugal é a legalização. Você não pode simplesmente se mudar e começar um negócio. Dessa forma, existem duas possibilidades, a primeira é a cidadania europeia, se for seu caso, o processo é simples e não precisa se preocupar com a documentação prévia, apenas com o planejamento do negócio. Mas se esse não é seu caso, você terá que solicitar o visto.

Visto de empreendedor

O Visto D2 ou de empreendedor é uma modalidade destinada a pessoas que tem interesse em realizar investimentos em Portugal, com valores menores. Mas atenção, não basta ter o dinheiro para investir, segundo as informações da VFS Global, empresa responsável pela intermediação do visto português no Brasil:

Por que escolhemos a Goldenergy em Portugal?

“A concessão ou indeferimento do pedido de visto levará em conta a relevância econômica e social do investimento feito ou proposto. O fato de ter aberto uma empresa em Portugal não é, por si só, garantia de que o visto será concedido.”

Porém, para conseguir este visto é necessário apresentar um bom plano de negócios e definir o tipo de empresa que deseja abrir. Existem duas possibilidades de comprovação, são elas:

  • Comprovativo de que efetuou operações de investimento – plano de negócios (sumula); certidão permanente; declaração de início de atividade; registo de constituição de sociedade e extrato bancário com o saldo depositado na conta da empresa em Portugal; ou
  • Comprovativo de que possui meios financeiros disponíveis em Portugal, incluindo os obtidos junto de instituição financeira em Portugal, e da intenção de proceder a uma operação de investimento em território português, devidamente descrita e identificada.

O processo após recebimento dos documentos pela VFS Global, demora em média 60 dias para um parecer do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras – SEF. Neste período o solicitante deve permanecer no Brasil, só sendo autorizada a mudança após a concessão do visto.

Em 2018 foram concedidos 974 vistos para empreendedores brasileiros, o que representa 89,5% do total de vistos dessa modalidade. O número representa um crescimento de quase 50% em relação a 2017, quando foram concedidos 562 vistos.

plano de negócio para empreender em Portugal

Abertura de empresa

A abertura da empresa em Portugal também é parte importante do processo. Seja antes ou depois da concessão do visto, é preciso ter todos os documentos solicitados sejam apresentados.

A empresa pode ser aberta pelo balcão do Empresa na Hora, basta apresentar os documentos solicitados no processo, como o passaporte ou autorização de residência, Número de Identificação Fiscal (NIF). Consulte os balcões do Empresa na Hora antes de se dirigir a um posto de solicitação.

Também é preciso apresentar:

  • Firma da lista pré-aprovada ou um certificado de admissibilidade que já tenha sido aprovado pelo Registo Nacional de Pessoas Coletivas;
  • Escolher um dos modelos de pactos pré-aprovados referente ao modelo societário no negócio;
  • Indicar um Técnico Oficial de Contas (TOC), escolher um da Bolsa de TOCs disponibilizada ou entregar a declaração de início de atividade em qualquer serviço de Finanças (até 15 dias depois da criação da empresa);
  • Apresentar o comprovante de depósito do valor do capital social da empresa ou declarar que o valor será depositado em dinheiro ou entregue nos cofres da sociedade.

É válido destacar que empreendedor precisa ter uma conta em um banco em Portugal e, de preferência, já ter definido o nome do contador da sua empresa. Em menos de uma semana a empresa já pode estar funcionando.

Quem pode empreender em Portugal?

Qualquer investidor estrangeiro pode empreender no país. Portugal estimula o empreendedorismo e oferece incentivos a investidores estrangeiros. Portanto, se você possui um bom plano de negócios, planejamento financeiro e vontade de inovar e de morar em Portugal, empreender no país é muito viável.

Segundo um estudo que analisou dados do Censo de 2011, mostram que os brasileiros representavam 30% dos empreendedores estrangeiros no país, no topo da lista, ultrapassando Espanha e Reino Unido, que ocupavam as primeiras posições em 1981. Nesse ano o país tinha 1.811 empreendedores estrangeiros, enquanto em 2011 o número chegou a 23.697. O segundo lugar da lista é a China, com 13% dos empreendedores estrangeiros.

Brasileiros que empreenderam em Portugal

Na terra dos doces empreender tendo como carro chefe os doces brasileiros pode parecer um risco enorme, mas a Brigadeiria do Porto, como o próprio nome diz, trouxe o nosso mais famoso doce para a vida dos portugueses. O empreendimento começou em 2018, quando a fisioterapeuta brasileira, Yasmin Pinto decidiu começar o negócio.

Tudo começou fazendo doces em casa após finalizar o mestrado na área de formação. Depois começou a ampliar a produção com o boca a boca, até que decidiu abrir o negócio. No início seria ela e uma amiga, também brasileira, mas quis o destino que ela seguisse sozinha e dois anos depois de abrir, o café é sucesso e recebe encomendas de doces e bolos diariamente.

Yasmin Brigadeiria do Porto

No processo de abertura da empresa contou com a ajuda de um advogado que fez todo o processo de documentação, de sociedade, etc. Para não começar do zero, adquiriu um café por meio de um trespasse, reformou completamente o local. O ambiente, próximo a uma movimentada rua de comércio do Porto, é agradável e charmoso, além de convidativo pelo delicioso cheiro de chocolate.

Apesar de ser negócio que tem como base doces e bolos brasileiros, engana-se quem pensa que os clientes são apenas brasileiros. “Meu público maior é português, tem muito brasileiro que vem pelos bolos, mas o público português é mais fiel”, conta. Mas para isso, foi preciso adaptar recitas e criar produtos que se adéquam ao paladar português.

Dificuldades de empreender em Portugal

“Empreender em Portugal não é fácil. Por experiência própria e por conhecer vários empreendedores na área. Desde conseguir embalagens para os produtos, que não são como os doces de portugueses. Até o volume de vendas, que é completamente diferente do Brasil. Não é possível ter vários produtos disponíveis porque não há vasão diária, o fluxo de clientes não é tão intenso quando no Brasil”, revela.

Outro aspecto destacado e que pode dar uma falsa sensação de retorno rápido, mas que não é bem o que acontece, é o valor do investimento inicial.

“É barato empreender aqui, mas não tem o retorno equiparado ao Brasil, por exemplo. Ou você vem com muito dinheiro para investir e ter a tranquilidade de esperar 2 a 3 anos para se estruturar ou pode ser muito difícil”, conta. Apenas agora, com mais de 2 anos do negócio aberto é que começa a ver os resultados do trabalho e a marca consolidada no mercado, especialmente de bolos e brigadeiros.

Mas as dificuldades, especialmente na compra de insumos de qualidade e na precificação, em um mercado, na época, quase inexistente, foram percalços difíceis de lidar. “Se eu hoje soubesse tudo que eu aprendi nesses dois anos, ou eu tinha juntado um dinheiro a mais antes de abrir ou não abria na área da alimentação aqui. O retorno financeiro em Portugal é muito difícil. “

Vantagens de empreender em Portugal

Uma das vantagens de empreender enquanto brasileiro é ser mais aberto, tanto para mudanças quanto na visão de negócio. Seja na hora de divulgar o negócio ou na hora de se reinventar, o empreendedor brasileiro tem mais facilidade.

O trabalho com o Instagram da marca, por exemplo, fez toda a diferença durante a pandemia. Yasmin destaca que no período passou 2 semanas com o café fechado, mas retornou os trabalhos para a entrega de pedidos e take away. Nesse período o trabalho com as redes sociais foi fundamental para manter o negócio.

“Logo que retomei as vendas, eram cerca de 60 mensagens por dia com encomendas, o que foi um pico no negócio”, lembra.

Brigadeiria do Porto

Conheça outros casos de sucesso de empreendedores brasileiros em Portugal.

Em quais áreas empreender em Portugal?

Empreender não significa somente tornar-se dono de seu próprio negócio, significa também inovar, concretizar suas ideias, confiar que elas darão certo e colocá-las em execução.

A maioria dos empreendedores que vão para o país investe em um dos seguintes ramos:

  • Alimentação, principalmente cafeterias e restaurantes com pratos brasileiros;
  • Comércio, lojas de roupas, trajes de praia e chinelos Havaianas, minimercados, etc;
  • Hospedagens, o número de turistas e imigrantes brasileiros está cada vez maior, por isso, quem investe em hostel, por exemplo, tem grandes chances de prosperar.

Veja como é morar no exterior depois dos 40 anos.

Áreas mais atrativas para empreender

Como empreender deve ser uma ideia inovadora, é importante ter em mente que, mesmo se você abrir um restaurante (há diversos espalhados pelo país), esse estabelecimento deve ter um diferencial em relação aos demais, como, por exemplo, uma comida que não é típica do país e que você sabe que ninguém faz igual.

Podemos citar várias ideias e sugestões para empreender em Portugal. Veja a seguir algumas.

  • Loja virtual de produtos a preços acessíveis, o e-commerce em Portugal ainda não é tão intenso quanto no Brasil;
  • Conserto de eletrônicos, esse tipo de mão de obra é bastante procurado, até mesmo pelos brasileiros que moram em Portugal e precisam de assistência técnica;
  • Creche, muitos pais não têm com quem deixar suas crianças quando vão para o trabalho. Muitas vezes, um deles tem que ficar sem trabalhar para cuidar delas. Por isso, uma creche ou um local com pessoas especializadas para cuidar de crianças é uma boa sugestão para empreender em Portugal;
  • Conserta tudo, no Brasil, essa função também pode ser conhecida como “marido de aluguel”;
  • Mecânico de automóvel que atenda também a domicílio;
  • Consultorias diversas, como de advogado, imobiliária, ambiental, etc.

Além disso, é possível empreender em muitas profissões, como coaching, personal trainer, designer e TI sem gastar tanto.

Setores saturados

Mesmo em um período de pleno crescimento, alguns setores já estão saturados, pelo menos em algumas regiões. Não significa que não comportem novos investimentos, mas que precisam ser bem avaliados, especialmente quanto a região de abertura.

Dessa forma antes de abrir um desses negócios, vale a pena pesquisar muito o mercado antes de começar a planejar.

  • Barbearias, o modelo brasileiro de barbearias invadiu as principais cidades portuguesas e não é raro se deparar com várias delas em um única rua. Por isso, pode não ser um bom investimento uma vez que o mercado já está bem servido de empreendimentos nessa categoria;
  • Restaurantes, não que seja um setor completamente saturado, mas é uma área de grande concorrência, por isso, se não trouxer uma proposta nova para o mercado, pode se tornar apenas mais um em meio a centenas de opções.

Saiba também como empreender no país com imóveis através do nosso guia passo a passo para comprar imóvel em Portugal.

Franquias em Portugal

Franquias podem ser opções mais “pé no chão” para investir em Portugal. Isso porque você utiliza um modelo de negócio que já existe no mercado e que já está concretizado.

Existem prós e contras de montar uma franquia em Portugal. Não será preciso criar um modelo que você não sabe se realmente terá o resultado esperado. Você já está vendo que o modelo que pesquisou e escolheu porque se identificou está sendo aceito pela população.

No entanto, tem seus contras também, por exemplo, ficar “engessado”, sendo obrigado a vender os serviços do pacote da franquia e padronizar o atendimento de acordo com o modelo do local. Além disso, geralmente, você precisa pagar royalties ao franqueador, normalmente um percentual que varia de acordo com seus lucros ou uma taxa fixa pré-estipulada.

empreendedorismo franquias em Portugal

No portal franchising.pt você encontra mais informações sobre as principais franquias no país.

Melhores franquias até 25 mil euros

É claro que a melhor franquia para você investir vai depender muito do seu conhecimento de mercado e das áreas com as quais tem mais afinidade. A seguir apresentamos alguns exemplos em setores variados de boas franquias para investir.

  • House Shine: franquia de limpeza doméstica, além de atender particulares também atua na limpeza de alojamentos de turismo;
  • Unu: franquia imobiliária com atuação em todo o país;
  • Urban Obras: franquia de remodelações, obras, decoração e arquitetura;
  • Be Beauty: serviços de beleza e estética.

Melhores cidades para empreender em Portugal

Segundo o Bloom Consulting 2019, Lisboa lidera como a melhor cidade para investir em Portugal. Em seguida, vem Porto e Braga está na terceira colocação. As cidades que compõem o top 10 da lista são:

  • Cascais;
  • Coimbra;
  • Sintra;
  • Oeiras;
  • Setúbal;
  • Faro.

Se o seu objetivo é empreender em Portugal e morar no sul do país, confira o artigo que fizemos sobre casas para venda no Algarve e saiba como e por que comprar na região.

Principais erros ao empreender em Portugal

Fizemos uma lista dos principais erros ao empreender em Portugal, confira:

1. Não fazer uso da terceirização legalizada de Portugal

Ao contrário do Brasil, em Portugal tem muito emprego terceirizado. O mercado de trabalho no país já entendeu que a terceirização é o caminho para se pagar menos imposto.

Logo, utilizar sua empresa unipessoal para trabalhar dentro de outra empresa pode ser a melhor opção para você entrar no mercado de trabalho. Muitas empresas na Europa tem o próprio dono como único empregado. Obter o D2 através de empresa unipessoal para trabalhar em outra empresa é muito fácil, e não requer investimentos em estrutura.

Veja um artigo completo sobre bom investimento em Portugal.

2. Ser otimista demais e não ter reservas financeiras

Eu não iria empreender em Portugal com 5 mil euros no bolso e família à tira-colo. A não ser que tivesse já um emprego terceirizado alinhado com conhecidos.

Apenas para você conseguir alugar um imóvel sem fiador, você vai precisar deixar uma caução ou pagar meses antecipados de aluguel. Só aqui você  gasta de início com pelo menos 2 mil euros em Lisboa. A manutenção da tua empresa com os impostos básicos de segurança social e contador começam em 300 € mensais. É preciso ter consciência dos gastos e não se arriscar sem ter a reserva necessária.

3. Não conhecer o mercado de Portugal

É preciso perceber que o mercado de Portugal é diferente do mercado do Brasil. Muito do que o brasileiro compra, o português nem dá bola, e vice-versa. Eles têm hábitos de consumo muito diferentes dos nossos.

Você definitivamente não quer ser um vendedor de panos para quem já tem panos. Uma análise de plano de negócio com um escritório local pode fazer toda a diferença, antes de você investir mais de 5  mil euros em Portugal. O brasileiro precisa aprender que know-how e conhecimento profissional possuem valor.

Veja quais são os principais negócios rentáveis em Portugal.

4. Desconsiderar a formalidade europeia com impostos

No Brasil você gere suas contas bancárias como bem entende. Em Portugal a Finanças (a Receita Federal deles) está de olho. Se você não quiser que seu contabilista te abandone, registre toda movimentação da empresa e guarde os recibos de todas as contas feitas com ela.

Pague seus impostos. O Governo de Portugal está dando a residência para você ajudar a carregar o barco, e não para apenas onerá-lo.

5. Não estar preparado para imprevistos

A pandemia de coronavírus e a quarentena imposta à população de vários países, como Portugal, mostra que mais do que nunca é preciso estar preparado para imprevistos na hora de empreender. Não foram poucos os negócios recém abertos ou prestes a inaugurar afetados pela paralisação.

Claro que ninguém espera que isso aconteça novamente tão cedo, mas é preciso estar preparado para situações semelhantes. Assim como a sazonalidade que o mercado pode enfrentar, por exemplo, as áreas ligadas ao turismo tem fluxo intenso no verão, mas no restante do ano a demanda cai naturalmente.

Preparação pode ser a diferença entre uma experiência portuguesa feliz, ou de insatisfação. Faça a sua lição de casa, e tua residência europeia com o visto D2 terá muito sucesso!

Ficou com vontade de se mudar para Portugal? Recomendamos que você adquira o nosso E-book Como Morar em Portugal. É um guia completo com todos os passos para morar no país, desde o planejamento, legalização, documentos, moradia, custo de vida e muito mais. Vale a pena!

Carolina é mineira e vive no Porto, em Portugal, desde 2018. Conheceu a cidade em 2013, quando realizou um intercâmbio acadêmico, se apaixonou e voltou para estudar e aproveitar o que o país tem de melhor. Ama organizar roteiros de viagens detalhados e compartilha um pouco das experiências de viagem no @ourvieworld. Graduada em Jornalismo, se especializou em Marketing Digital, área na qual atua há 6 anos. Atualmente é mestranda em Ciência da Comunicação na Universidade do Porto.

Carolina é luso-brasileira, jornalista e especializada em Comunicação Empresarial. Desenvolve e revisa conteúdos para diversas mídias. Adora viajar o mundo, conhecer novas culturas e escrever sobre suas experiências. Tem prazer em dar dicas de restaurantes, hotéis e também em ajudar brasileiros que desejem morar em outro país.

Brasileiro, foi um dos primeiros empresários a obter o visto D2 para pequenos empreendedores em Portugal. Hoje se dedica a ensinar empreendedorismo e auxiliar brasileiros a obter residência e/ou cidadania portuguesa e italiana. Fundador da consultoria Strobel e Santos. Apaixonado por motociclismo e viagens.

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